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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
e o que nos vale
é que "só" faltam 4 dias para a passagem de ano!
Que este ano regressa às origens e volta a ser em casa, com boa comida, boa bebida, e, ainda mais importante, bons amigos!!!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Festa de aniversário sem ovo
E assim se passou mais um aniversário.
Sem bolo-todo-bonitinho, mas com um bolo feito com muito carinho!
Na mesa havia:
- Gelatinas de vários sabores;
- Pudins de vários sabores;
- Brigadeiros;
- Bolo de iogurte;
- Sandes de queijo e fiambre;
- Bolinhos (feitos pela M., não sei o nome);
- Rebuçados vários;
- Gomas diversas;
- Caramelos;
- Bolo de aniversário.
Tudo... sem ovo! Não é fantástico?
Receitas aqui.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
É Natal
Chegou o Natal.
Cada ano mais diferente, cada ano melhor nuns aspectos, pior noutros.
Cada ano mais diferente, cada ano melhor nuns aspectos, pior noutros.
Tenho tantas saudades dos Natais passados em casa cheia de primos, tios, a familia toda reunida, as correrias pelas prendas, a emoção dos doces, o abrir os presentes, os fritos típicos, o dormir no chão de um quarto cheio, ficar na conversa e brincadeira até tarde.
Este ano foi mais calmo sim. Não tive de fazer de enfermeira, tive ajuda para tudo, partilhámos tarefas. Tivémos o bacalhau com batatas e couve portuguesa, o caldo verde e o lombo recheado. Tivémos a Roupa Velha no dia seguinte, o bolo Rei e a lampreia de ovos.
Temos a M., e como tudo é novo para ela. Tivémos biscoitos ("pequenos bolos" como ela diz) da Noruega, Grot e uma bebida que nem me lembro o nome. Temos o A. que ainda acredita fielmente no Pai Natal, a F. que quer acreditar, tivémos a ida ao 1º andar para vestir pijamas e lavar dentes, e o Pai Natal que gritou nesse tempo e deixou as prendas ao monte junto à árvore. O A. que desceu as escadas a correr e a gritar de contentamento, a F. que vinha logo atrás.
As prendas... as prendas que todos abrimos com maior ou menor surpresa, os Gormittis, a Operação, o perfume, as luvas, a Wii, os jogos da Wii, o DVD, os livros, as roupas, e tudo o mais.
As primeiras brincadeiras com as prendas abertas, montar a Wii, jogar até tarde. Ir dormir sem muita vontade, a excitação de saber que no dia seguinte haveria tanta coisa nova para continuar a brincar...
E no entanto... no entanto continua a faltar-nos tanta coisa.
O Natal que esteve para ser ainda mais preenchido e afinal não foi.
A forma como os adultos continuam a suportar, a esconder, a ocultar sentimentos e revoltas.
Foi um Natal agradável, sim, no entanto. Foi o Natal possível, que continuaremos a construir a cada ano que passa.
Feliz Natal!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
ansiedade
Estou presa por 10 meses, a uma nova filha já quase criada, que escolhemos sem conhecer, que nos entrou pela casa e pelos corações.
Uma adolescente que se tem mostrado aos poucos, que tem conquistado o seu espaço na familia, na escola, nesta terra pequena.
Ainda não fez bem três semanas que cá está, e assim de repente (para mim pelo menos), já foi convidada para uma festa de anos (na próxima semana), e para um concerto (hoje).
Confesso... eu não estava preparada para ser assim de repente mãe de uma adolescente.
Mea culpa...
Mas as coisas, as dúvidas, tudo se tem levado bem, no diálogo.
Mas...
Não sei, de facto eu não estava assim tão preparada para certas questões nesta altura. Acho que é daquelas coisas que vamos aprendendo com o passar do tempo e com o crescimento deles. Certo? Pois eu não tenho tempo para isso.
Tenho de ter as respostas agora, no momento e na altura em que as perguntas forem surgindo. Pois, a M. está cá connosco e precisa disso, precisa que eu seja a mãe dela, que a oriente e que a ajude a vingar por cá.
Ok.
Mas, no meio disto tudo, afinal que horas lhe colocamos para regressar a casa depois de uma festa?
aaaaaaaaaaaah
Foi esta a dúvida que me atormentou a semana toda.
Conversadas as coisas entre mim e o pai, lá acordámos que nesta primeira saída, as 0h30 ficavam bem. Nem nuito cedo, nem muito tarde. Na próxima logo se vê (para a semana já).
Ficou meio tristonha, mas lá concordou que, para quem a acabou de conhecer, para ela que ainda nem sabe voltar para casa sozinha, para os colegas que mal conseguem comunicar com ela, a hora até era bem razoável. Na próxima logo se vê (para a semana já).
Nem 10 minutos depois de terem saído de casa (pois, que as amigas vieram cá buscá-la, e sempre aproveitei para as conhecer, para fazer umas perguntinhas e para sacar números de telefone), já me estava a ligar.
"Ah, e tal, os pais da S. e da D. vêm buscá-las à 1h00"
(que bom para elas pensei...) "Ai sim? E...?"
"Pois, elas vão embora à 1h00"
"Ai vêm?"
"sim, à 1h00. Será que eu posso...?"
"Sim, por meia hora podes ficar até à 1h00"
"OBRIGADAAA"
Pois, estarei eu a amolecer? Sim, se calhar a idade está a pregar-me esta partida. Mas de facto, entre a 0h30 e a 1h0, meia horita não me faz diferença, e eu sei que os adolescentes não gostam de se vir embora antes dos outros, muito menos a M. que já se diferencia bastante deles.
Deixei.
...
Agora, tenho estado aqui a pensar.
É assim nervosinhos que os pais se sentem quando os filhos saem à noite?
É por causa deste remoinho esquisito na barriga e no coração que ficam acordados até eles chegarem a casa?
Lá está a tal coisa... só damos valor às coisas depois de passarmos por elas.
sábado, 21 de março de 2009
E cá viemos nós de fim de semana prolongado fazer as devidas comemorações.
O apartamento das férias é parco nos equipamentos, mas confortável q.b. para descansar e passar uns dias em sossego.
Ontem tivémos direito a um jantar festivo e romântico a 4...
O sol tem sido nosso amigo e, tal como há 10 anos atrás, permite-nos andar de manga curta a curtir o calorzinho, e esta manhã até fomos à praia.
É bom estar de férias...
O apartamento das férias é parco nos equipamentos, mas confortável q.b. para descansar e passar uns dias em sossego.
Ontem tivémos direito a um jantar festivo e romântico a 4...
O sol tem sido nosso amigo e, tal como há 10 anos atrás, permite-nos andar de manga curta a curtir o calorzinho, e esta manhã até fomos à praia.
É bom estar de férias...
domingo, 1 de março de 2009
4 anos!
Desde o aniversário da irmã que ele andava em pulgas para festejar o dele.


Quando chegou o grande dia, estava desejoso de ir para o colégio, brincar com os amigos e cantar os parabéns.
Eu conseguir escapulir do escritório por uns momentos e assistir à festa.

O bolo estava muito bonito, os amigos cantaram, comeram, fizeram mesmo uma grande festa...
Mas o dia da festa com a familia chegou só no domingo, com os primos.
Andava encantado já com a presença do Pedro e da Inês, e mais encantado ficou quando chegaram todos os outros. Para a Festa Dele!
O bolo foi Rei (verdadeiramente, ou não fosse o King), e o momento de cantar os parabéns foi, como em qualquer festa, o ponto alto.
À noite, porém, dizia que a festa não tinha sido boa. Porquê? Porque se foram todos embora depois do bolo...
Deixa, para o ano vai haver mais festa!!!
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Recordações de infância
Fui recentemente “forçada” a recordar a minha infância. Se foi feliz, se brincava na rua, quem eram os meus amigos, o que fazia.
Dei por mim sem saber muito bem o que responder, pois tanto haveria para contar... Claro que foi uma infância feliz. Amigos? No centro de Lisboa, ou tínhamos amigos no mesmo prédio (ou eventualmente rua), ou não havia muito disso até se entrar na escola primária.
Dei por mim sem saber muito bem o que responder, pois tanto haveria para contar... Claro que foi uma infância feliz. Amigos? No centro de Lisboa, ou tínhamos amigos no mesmo prédio (ou eventualmente rua), ou não havia muito disso até se entrar na escola primária.
Tive a sorte de ter o M. no mesmo prédio que eu. Brincadeiras de miúdos, fins de semana no Casal, as mil e uma coisas que inventávamos juntos para passar o tempo.
Da minha infância o que recordo melhor são as idas diárias com a minha mãe à praça, com a sua cesta de palhinha. Passar no peixe, na fruta, nos legumes. O Ambiente daquele mercado tinha um cheiro muito especial. Ali vivia-se de tudo, comprava-se de tudo.
Passávamos pela Flamingo para espreitar os jornais, no Tebas para um café e para a minha mãe comprar a Tele-culinária ou uma lotaria, passávamos no sr. Mário (o sapateiro), e regressávamos a tempo de colocar na mesa o almoço, sempre às 12h30, pois o horário de bancário do meu pai não permitia atrasos. Depois de almoço, até a pasta já estava na escova de dentes à espera dele.
Passávamos pela Flamingo para espreitar os jornais, no Tebas para um café e para a minha mãe comprar a Tele-culinária ou uma lotaria, passávamos no sr. Mário (o sapateiro), e regressávamos a tempo de colocar na mesa o almoço, sempre às 12h30, pois o horário de bancário do meu pai não permitia atrasos. Depois de almoço, até a pasta já estava na escova de dentes à espera dele.
Recordo com muita saudade as férias dos meus primos. Nessa altura, a minha casa transformava-se numa espécie de colónia de férias. Anualmente, a juntar às tarefas diárias da minha mãe, havia as idas ao Castelo de São Jorge, ao Miradouro da Senhora do Monte, à Piscina de Vila Franca. Lembro-me do ar admirado das pessoas, ao verem-na desfilar com umas 6 crianças atrás, todas de idades muito semelhantes, e da célebre pergunta/brincadeira a propósito de um anúncio muito em voga na altura: “Terá casado aos 15?”. Quando éramos só as meninas, as “brigas” eram por causa da cama e do sofá. Tínhamos de tirar à sorte para ver quem ficava no sofá – era a parte mais divertida, pois dormiam ali sempre 2, e além disso poderiam ter o privilégio de ver tv um pouquinho até mais tarde.
Naquela casa que hoje parece minúscula (actualmente seria considerada um T2), cabiam nas festas de anos, baptizados e outras festividades, as cerca de 35/40 pessoas que compunham a família e amigos chegados. E não faltava espaço, ninguém se queixava. Cantávamos, brincávamos, fazíamos gravações no velhinho gravador de cassetes, que ainda guardo não sei bem onde. Havia gente por todas as divisões da casa, mas para nós o importante era mesmo estarmos juntos.
Na minha infância, entrei no Lisboa Ginásio Clube aos 3 anos de idade (passei por inúmeras modalidades entretanto), na escola primária, na catequese e na natação aos 6, e nos escuteiros aos 11. E nunca perdi um ano lectivo, nem faltei a nada para estudar…
Lembro-me de comprar “estalinhos” de carnaval e com o meu pai tentarmos assustar as pessoas que nos visitavam, lembro-me da visita mensal do senhor do Círculo de Leitores que, a partir do momento em que entrei para a escola primária, passou a ser uma visita de extrema importância, pois trazia sempre algum livro para mim.
Com o meu pai os passeios eram diferentes. Ensinou-me a ler os seus livros antigos – foi daí que herdei o gosto pelos clássicos, lia comigo e depois falávamos sobre eles. Anualmente tínhamos uma verba destinada a ser gasta na Feira do Livro, que percorríamos Parque Eduardo VII acima e abaixo. Anualmente íamos os 2 aos Santos Populares, calcorreando os bairros antigos e bailando onde havia um pezinho de dança.
A entrada na escola foi pacífica. Fiz os 4 primeiros anos na escola 26, segui depois para a Preparatória Nuno Gonçalves. Aí passei talvez os melhores anos da minha vida escolar. Amizades, as aulas de Educação Física e Trabalhos Manuais, o começar a ir e vir sozinha para casa, os feriados passados na belíssima biblioteca que a escola tinha. Já a passagem para a Secundária foi mais drástica. Embora a 2 minutos de casa, era um edifício velho, quase sem pátio, sem ginásio, e com um bar que pouco mais servia que uns papo-secos com salsichas quentes lá dentro banhadas em mostarda. Mas aqui foram também os tempos das primeiras revoluções escolares, com uma turma de “caloiros” do 7º ano a rebelar-se contra uma professora. Foram os tempos das primeiras baldas, das descobertas, das amizades “estranhas”, da fase do passa-não passa de ano.
a minha Escola nº26
Eu, Miradouro das Azenhas do Mar, há uns 28 ou 29 anos
Os Natais, passados com toda esta família gigantesca, normalmente no Cartaxo. A hora das prendas e as brincadeiras que imploravam que essa hora chegasse mais cedo. Dormirmos todos em colchões no chão, rindo e brincando até cairmos de cansaço. Os cozinhados das minhas tias, as cusquices e as brigas que tinham, os doces na mesa, a lareira acesa, a primeira tv já com muitos canais (que na altura de nada serviam). As saudades que tenho destes Natais…
Foi isto, muito resumidamente, a minha infância.
Era uma infância assim alegre que gostava de dar aos meus filhos. Aos meus primos pequenos e grandes. Porque é que agora somos forçados a ter famílias tão pequenas?
Era uma infância assim alegre que gostava de dar aos meus filhos. Aos meus primos pequenos e grandes. Porque é que agora somos forçados a ter famílias tão pequenas?
sábado, 26 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Este ano

vai haver festa a sério!
Já falámos com os primos todos, e vêem logo à hora de almoço.
Já fizémos os convites para os amiguinhos da escola, e vêm para o lanche. Eu escrevi o texto, e ela escreveu os nomes dos amigos e assinou (eram 8... demasiados para escrever tudo sozinha).
Yup, nem ministros, nem papas, nem vizinhos, nem nada ou ninguém nos vai impedir de celebrar este dia. Afinal, não é todos os dias que se faz 7 anos!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Tenho (temos) uma família bonita!!!
Foi um sábado bem passado.
Foi bom regressar.
Foi bom vê-los brincar outra vez juntos.
(falta aqui o André na foto...)
terça-feira, 24 de julho de 2007
com 10 dias de atraso
recordo que dia 14 foi Noite de Gajas, na despedida de solteira da Mónica.
Rumo a Lisboa, 6 gajas (em que eu era a mais velha) divertiram-se à grande até às tantas da manhã.Confesso, tinha saudades de uma noite assim. Tinha saudades de me divertir sem limites, de dançar até não sentir os pés, de ir às docas, à discoteca, de pousar a cabeça na almofada às 6h30... mesmo sabendo que às 8h/9h iria ser acordada pelo baixinho.

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