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sexta-feira, 12 de abril de 2013

cenas do Alentejo profundo...

(ao telefone)
(imaginar-me a falar normal, e do outro lado uma voz carregada de pronúncia alentejana)

Eu - Boa tarde, fala X, gostaria de confirmar o nome da senhora vereadora do pelouro do Ambiente por favor
telefonista da Câmara Municipal (CM) - aaaaahhhh, poooooiissss. Eu tenho aqui o nome da vereadora da Educação...
(silêncio)
(silêncio)

CM - Quer este nome?
Eu - Necessito do nome da vereadora do AMBIENTE, por favor...
CM - (silêncio) ... pois... isso vou ter de ir perguntar...
(silêncio)


CM - Mas quer que pergunte?
Eu - Pois, se não me sabe dizer, eu agradecia que perguntasse, se não se importa.
CM - aaahhhh... então vou mesmo perguntar. EsperA lá...
(som do telefone a pousar na secretária, seguido de passos)


CM - Já tenho, quer o quê, mesmo?
Eu - O nome da vereadora do pelouro do Ambiente...
CM - Ah, não é a Educação, não?
Eu - não... A M B I E N T E
CM - pronto, está bem. Vou passar a chamada.
Eu
(quase possessa) - Eu quero apenas saber o NOME...
CM - Ah, não tinha percebido. Quer da Educação ou Ambiente?
Eu
(passando do possesso ao quase riso) - Ambiente, mas se quiser pode dar-me os dois...
CM - É a mesma vereadora. A sra. X

Juro que isto se passou agora mesmo...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

"ainda" as férias escolares


A propósito disto, arranjámos uma solução temporária, na casa de um vizinho, mas que não me agrada muito porque não gosto de ficar a dever nada a ninguém e não tenho assim tanta confiança com as pessoas (que foram fantásticos).
Vir comigo ou com o pai para os respetivos escritórios é para ela mais um castigo do que outra coisa, e também não é solução.
Pensei muito na situação e em como a resolver.

Não encontrei (ainda) soluções, mas entendi que não perdia nada em fazer um apelo direto a quem de direito.
Explicar, letra por letra, a nossa opção de vida aqui no interior, longe da nossa família e amigos.
Explicar que gostamos de cá estar, mas que temos necessidades diferentes das pessoas que aqui nasceram.
Expor o nosso problema, propor soluções, oferecer-nos para sermos parte da resolução.
Agradecer o (muito) que ainda assim, este local faz por nós.

Aguardemos...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

4 dias em 7 fotos

Os Reis, Príncipes e súbditos à espera que o espectáculo começasse
Ballet à noite

No hospital pela manhã
 
Santos Populares 2011

Altar de Santo António
Vida difícil


Uma Cache ao final do dia, num miradouro espectacular

terça-feira, 12 de outubro de 2010

"lanzeira"

Por diversas razões, hoje saí mais cedo do trabalho.
Fui buscar as crianças, orientei o jantar, orientei banhos e...

Para aproveitar o solinho do fim de tarde, e porque estes momentos estão prestes a acabar, pus de novo a cama de rede no seu sítio, fui buscar o portátil, lavei umas uvinhas deliciosas, e aqui estou eu.

Na cama de rede, a apreciar a calmaria desta tarde amena, a baloiçar enquanto navego pela net.
Que lanzeeeera.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mas, ainda falando de férias

(nestas não fui lá, fui uns dias antes), do que eu tenho mesmo muitas saudades é disto:


Em Porto Covo, no largo principal, a Cervejaria Marquês.
Não há que enganar - embora seja pessoalmente desaconselhada em Agosto por causa do excesso de movimento.
Se quiserem comer bem, petiscar bem, e beber ainda melhor (aquela imperial é fa-bu-lo-sa), vão lá.
Ah, claro, pagar um bocadinho bem também...

Se quiserem pagar um bocadinho menos e apenas comer um gelado (di-vi-nal), uma empada (so-ber-ba), um croiassant (ui-ui), ou qualquer outra coisa boa de pastelaria, atravessem a rua e vão à Pastelaria... Marquês.
TUDO lá é bom.

(não, não ganho comissão nenhuma, nem descontos cada vez que lá vou)
(mas eu sou um bom garfo, não há nada a fazer)

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Hoje gozei o meu ultimo dia de baixa. Fui buscar a Filipa à escola às 15h30, aproveitando o facto de ainda não ter as actividades extra-curriculares a funcionar, e fomos resolver umas coisas ao centro da vila.
Bebi um café na esplanada da praça e comemos um gelado descansadas, só as duas. O tempo está quentinho mas agradável.
De regresso ao carro, reparei na paisagem envolvente:

Ficámos ali uns minutos a ver... a apreciar a imagem à nossa frente, o silêncio, a temperatura amena que se fazia sentir às 16h00.

Lembrei-me das minhas queixas. Do isolamento, das coisas que aqui não há. Das enormes saudades que tenho por vezes dos amigos, do transito, da minha Lisboa. Depois lembrei-me: afinal, quantos parques de estacionamento há em Lisboa que tenham uma vista destas?????

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

caloooor

ter que andar no alentejo profundo à hora do calor, mesmo num carro com ar condicionado, faz o meu cérebro derreter....

segunda-feira, 30 de julho de 2007

quente

41ºC e a subir...


... e eu que só penso na água quentinha da minha piscina-maravilha logo quando chegar a casa!








(e por este andar, na água quentinha que vai estar às 24h00 - depois da digestão do jantar)

Fim de semana


dedicado a passear com os primos, num agradável programa bastante diversificado.

Apesar de ter começado o sábado a trabalhar, rumámos para junto dos primos E. e P., que nos aguardavam para uma churrascada.

Além de nos divertirmos e recordarmos os tempos em que éramos crianças, é muito bom ver como agora os nossos filhos têm a mesma cumplicidade, as mesmas brincadeiras, gostam de estar juntos e partilhar as malandrices próprias das suas idades.

O passeio TT que se seguiu permitiu apreciar a belissima paisagem da costa vicentina e da serra, com um jantar pelo meio, seguido de mais uma TTzada (agora nocturna) rumo aos famosos gelados do Marquês (a mariscada fica para quando os turistas se forem embora...).

Domingo, dia de descanso, ficou para a praia e piscina.

Quando chegámos a casa de novo, eram umas 23h30, os termómetros ainda marcavam 31ºC...

sexta-feira, 6 de julho de 2007

27ºC às 09h00?














(como será o resto do dia...)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

retratos...

... de um árduo dia de trabalho

(mas acreditem que regressei ao escritório com todo o trabalhinho feito e mesmo muito cansada!)

quarta-feira, 9 de maio de 2007

o grilo


É engraçado estar em casa e ouvir o som dos pássaros a cantar. Transmite-me tranquilidade, calma, relembra-me as maravilhas de morar no campo. Isto, numa tarde solarenga de fim de semana, ou ao final de um dia de trabalho enquanto faço o jantar na cozinha, de porta aberta para o quintal e as crianças brincam lá fora.

Mas...

Há já quase uma semana que tenho um grilo no quintal!

É uma chatice desgraçada estar na cama a tentar dormir, e ele (ou ela) não se calar a noite toda!

Ora bolas pra isto!

Gri-gri-gri pr'áqui,

Gri-gri-gri pr'áli,

Gri-gri-gri assim,

Gri-gri-gri assado,

E eu sem conseguir dormir...

domingo, 22 de abril de 2007

Num passeio de final de tarde, apreciamos os campos que começam a mudar de cor.
O verde está já a dar lugar a tonalidades diversas de castanho-dourado, tornando a planicie numa paisagem diversificada de cores e de cheiros, alegrando a vista e enchendo os corações.
Perto da estrada que percorremos, a alfazema inunda o ar com o seu aroma, misturando-se com as brancas flores do campo. Respira-se ar puro, e inspiro profundamente para poder absorver e reter tudo o que me rodeia.
Como que alheios à nossa passagem, coelhos de todos os tamanhos saltitam à frente do carro, brincam de toca em toca como se nem nos vissem.
Chegou finalmente a primavera…

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Ontem saí do escritório depois do almoço munida da máquina fotográfica, peguei na 4x4 da empresa e segui viagem com a finalidade de tirar umas fotos a uma infra-estrutura para um folheto que estou a fazer. (embora isto seja um pormenor que não importa agora ao caso)

UAU, não é todos os dias que nos proporcionam o prazer de andar a fazer TT em serviço!
Em menos de 1h30, e percorridos apenas cerca de 55km estava de volta.

Pelo caminho, aproveitei para uma vez mais disfrutar da belissima paisagem alentejana que me rodeia, onde nesta altura do ano os verdes se misturam com os tradicionais tons acastanhados destas terras...




É nestas alturas que me lembro dos milhares de pessoas que trabalham nas grandes cidades, como eu já fiz também, que passam dias e dias enfiados em edifícios de escritórios e cuja única paisagem que têm para lá da janela são mais edifícios...

É nestas alturas que me lembro das razões que me levaram a fugir da minha Lisboa, que tanto amo mas na qual já não conseguiria voltar a viver!

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

começou a invernar

Chove lá fora. Muito, por sinal.
Os campos começam finalmente a vestir-se de verde. Aquele verde imenso que na planície se perde de vista. No ar paira o maravilhoso cheiro a terra molhada. Como adoro este cheirinho que emana do chão…
Este fim-de-semana rendemo-nos às evidências e finalmente colocámos na piscina a cobertura de Inverno.
Fomos dar uma volta pelos campos. Como é bom fazer TT no inverno, na lama, com a chuva a bater no vidro e nós quentinhos lá dentro. (quem não achou muita graça foi o Zé, que teve de ir abrir e fechar as cercas todas que encontrámos pelo caminho)
À noite acendemos a lareira e assámos castanhas no pote de barro, inaugurando assim a época de Inverno. Choveu todo o dia com muita força…
Gosto de estar em casa, no quentinho, a ouvir a chuva lá fora. Dá-me uma sensação de sossego, paz, segurança.
É, gosto muito de praia, sol, calor. Mas confesso que já estava com saudades do Inverno!

segunda-feira, 12 de setembro de 2005

Moral da história

Isto fez ainda ressaltar umas coisas com que me tenho desleixado:

- Rever a caixa de 1ºs socorros e pô-la dentro do Toy (ToyoTTa)
- Revalidar o curso de 1ºs socorros
- Pôr a caixa com as cintas, manilhas, luvas, lanterna e pá dentro do Toy (de nada serve ter um jipe se não tiver estes utensílios para qualquer ocorrência)
- Antes de começar a conduzir, colocar sempre o telemóvel acessível e com o auricular ligado

Ah, todas as pessoas que entretanto pararam no local se lembraram do triângulo. Sabem quantos se lembraram do colete?
NENHUMA (e era de noite)

Outra moral, que a mim não serve, mas pode ser útil a alguém: se enganar o seu marido/mulher, tenha especial atenção à condução... nunca se sabe se pode ser apanhado num acidente a vários km do local onde deveria estar!

sexta-feira, 24 de junho de 2005

À sombra do chaparro



Hoje tive uma tarde de quase descanço.

Tendo quem me olhasse pelo A. durante umas horitas, estacionei o carro à sombra de um chaparro e descansei um pouco.

Sabe bem... dá uma sensação de verdadeira paz olhar a paisagem, respirar fundo o ar puro do campo, ouvir os sons da natureza, o resfolhar as árvores, o esvoaçar dos pássaros, esquecer tudo e todos por breves instantes.

Todos devíamos ter oportunidade de fazer assim uma pausa de vez em quando!