A passagem de ano foi calmita, assim meio à cota, mas agradável, com amigos e sem sombra de dúvida bem melhor que a do ano passado, a acudir a doentes e narizes ranhosos.
Dia 1 fizemos um passeio pedestre até ao Castelo (pasmem-se os que conhecem os implicados!!!), e assim se passaram as festas e as minhas férias.
Pelo meio um Natal onde a prenda-sensação foi a famosa Wii, o que já valeu bons momentos de risota, uns valentes jogos, e acordar por várias vezes ao som de "mãe, posso jogar na wii?", ali mesmo coladinho à minha cara.
Ainda nas férias fizémos uma visita cultural à capital, onde pudémos constatar que a senhora que está no Planetário a fazer as sessões especiais de Natal para crianças não tem jeito nenhum para falar com crianças, mas ainda assim foi divertido, e havemos de voltar para ver a sessão normal com os trovões e outras coisas fixes. Ainda no Planetário, o Pai dormiu no seu confortável cadeirão, o A. queria por força as pipocas obrigatórias no cinema, a F. sabia a história melhor que a senhora, e a M. não percebeu metade do que foi dito, porque a dita apresentadora falava depressa demais. Eu, ia acudindo como possível, claro.
Não fomos aos Pasteis de Belém, porque a fila era tão grande que chegava à esquina do passeio e desistimos.
Nesse mesmo dia fomos todos ao Oceanário, aproveitando os bilhetes que tínhamos, e perdemo-nos de amores pelo peixe bola-bola - gigante, gordo e feio, o que lhe dava um encanto muito próprio, e pelo Eusébio, a lontra que dormiu o tempo todo, deitado de costas na água agarrado a umas ervas. Conhecemos a casa do Vasco (a mascote do oceanário, para quem não sabe), e saímos de lá ao fim de 2h, satisfeitos com o passeio.
Ainda durante as férias (ou se quisermos ser precisos, ainda nas ultimas semanas de aulas), tivémos alguns quase-aborrecimentos com a nossa M., que ao fim de 3 meses começa a demonstrar algum desgaste (e nós também), além de ter na cabeça apenas um namorado em vez da adaptação cultural que era suposto. Isto tem-nos valido a todos várias conversas sérias, e a ela algumas restrições às saídas, ao uso de telemóvel, e mesmo a alguma confiança que eu esperava poder ter numa jovem de 17 anos e que afinal não tenho porque não demonstra grande juízo nem capacidade de discernimento nalgumas situações mais óbvias (para nós pelo menos). Mas como só este tema dá para vários posts, não me prolongo, além de que me fazem ficar algo mal disposta, pelo que mudo simplesmente de assunto agora.
Bem, ainda inserido nas comemorações de ano novo, no domingo juntámo-nos com alguns amigos e fomos molhar as rodas dos jipes. As rodas... e mais um pouco.
Rumámos à Barragem de Pego do Altar, e lá fomos todos.
Desta vez ninguém ficou atascado - para tristeza do A., mas foi por um triz. Com as chuvas constantes das ultimas semanas, lama é coisa que não falta, e o percurso estava bem engraçado.
As fotos não são muitas, porque 2 baterias não servem de nada, se estiverem as 2... descarregadas.
Como começámos já perto das 15h45, caiu a noite e nós no passeio, pelo que foi uma tarde seguida de uma nocturna, e que para não variar terminou com um petisco bem valente ali para os lados de Alcácer do Sal.
2ª feira, foi para todos o dia de voltar à realidade...
Dia 1 fizemos um passeio pedestre até ao Castelo (pasmem-se os que conhecem os implicados!!!), e assim se passaram as festas e as minhas férias.
Pelo meio um Natal onde a prenda-sensação foi a famosa Wii, o que já valeu bons momentos de risota, uns valentes jogos, e acordar por várias vezes ao som de "mãe, posso jogar na wii?", ali mesmo coladinho à minha cara.
Ainda nas férias fizémos uma visita cultural à capital, onde pudémos constatar que a senhora que está no Planetário a fazer as sessões especiais de Natal para crianças não tem jeito nenhum para falar com crianças, mas ainda assim foi divertido, e havemos de voltar para ver a sessão normal com os trovões e outras coisas fixes. Ainda no Planetário, o Pai dormiu no seu confortável cadeirão, o A. queria por força as pipocas obrigatórias no cinema, a F. sabia a história melhor que a senhora, e a M. não percebeu metade do que foi dito, porque a dita apresentadora falava depressa demais. Eu, ia acudindo como possível, claro.
Não fomos aos Pasteis de Belém, porque a fila era tão grande que chegava à esquina do passeio e desistimos.
Nesse mesmo dia fomos todos ao Oceanário, aproveitando os bilhetes que tínhamos, e perdemo-nos de amores pelo peixe bola-bola - gigante, gordo e feio, o que lhe dava um encanto muito próprio, e pelo Eusébio, a lontra que dormiu o tempo todo, deitado de costas na água agarrado a umas ervas. Conhecemos a casa do Vasco (a mascote do oceanário, para quem não sabe), e saímos de lá ao fim de 2h, satisfeitos com o passeio.
Ainda durante as férias (ou se quisermos ser precisos, ainda nas ultimas semanas de aulas), tivémos alguns quase-aborrecimentos com a nossa M., que ao fim de 3 meses começa a demonstrar algum desgaste (e nós também), além de ter na cabeça apenas um namorado em vez da adaptação cultural que era suposto. Isto tem-nos valido a todos várias conversas sérias, e a ela algumas restrições às saídas, ao uso de telemóvel, e mesmo a alguma confiança que eu esperava poder ter numa jovem de 17 anos e que afinal não tenho porque não demonstra grande juízo nem capacidade de discernimento nalgumas situações mais óbvias (para nós pelo menos). Mas como só este tema dá para vários posts, não me prolongo, além de que me fazem ficar algo mal disposta, pelo que mudo simplesmente de assunto agora.
Bem, ainda inserido nas comemorações de ano novo, no domingo juntámo-nos com alguns amigos e fomos molhar as rodas dos jipes. As rodas... e mais um pouco.
Rumámos à Barragem de Pego do Altar, e lá fomos todos.
Desta vez ninguém ficou atascado - para tristeza do A., mas foi por um triz. Com as chuvas constantes das ultimas semanas, lama é coisa que não falta, e o percurso estava bem engraçado.
As fotos não são muitas, porque 2 baterias não servem de nada, se estiverem as 2... descarregadas.
Como começámos já perto das 15h45, caiu a noite e nós no passeio, pelo que foi uma tarde seguida de uma nocturna, e que para não variar terminou com um petisco bem valente ali para os lados de Alcácer do Sal.
2ª feira, foi para todos o dia de voltar à realidade...
1 comentário:
Que saudades do nosso querido jipe... snif snif
Olha a nossa passagem de ano foi num hotel á beira mar e respectiva festa no bar do hotel. Foi giro e muito melhor que o ano passado, visto que na ultima passagem de ano o B estava a trabalhar e estava precisamente numa chamada telefonica durante as 12 badaladas pelo que eu nem pude gritar FELIZ ANO NOVO!!! lol
Este ano a unica coisa que eu queria era gritar HAPPY NEW YEAR!!! rodeada de mta gente a gritar o mesmo e tive o desejo realizado.
Depois escrevemos num papelinho 12 desejos para 2010 e deitámos o papel no mar, levamos pelas ondas :)
Feliz ano novo amiga!
Beijinhos,
Vanessa.
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