segunda-feira, 2 de julho de 2012

"ainda" as férias escolares


A propósito disto, arranjámos uma solução temporária, na casa de um vizinho, mas que não me agrada muito porque não gosto de ficar a dever nada a ninguém e não tenho assim tanta confiança com as pessoas (que foram fantásticos).
Vir comigo ou com o pai para os respetivos escritórios é para ela mais um castigo do que outra coisa, e também não é solução.
Pensei muito na situação e em como a resolver.

Não encontrei (ainda) soluções, mas entendi que não perdia nada em fazer um apelo direto a quem de direito.
Explicar, letra por letra, a nossa opção de vida aqui no interior, longe da nossa família e amigos.
Explicar que gostamos de cá estar, mas que temos necessidades diferentes das pessoas que aqui nasceram.
Expor o nosso problema, propor soluções, oferecer-nos para sermos parte da resolução.
Agradecer o (muito) que ainda assim, este local faz por nós.

Aguardemos...

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