Foi estranho reencontrá-la.
Sim, senti falta desta norueguesa estranha, mas não senti nem um pouco falta das suas esquisitices com a comida. Tivémos uma briga em casa de uns amigos que me pôs mal disposta com ela, logo ao 4º dia de estadia.
Mas por outro lado, foi como se nunca tivesse saído de cá. Foi tão natural voltar a vê-la à mesa, voltar a tê-la deitada no sofá, voltar a contar com a sua ajuda na 6ª feira para ir buscar a F. à escola num dia de chuva.
Sim, eu portei-me bem, fiz sempre comidas que sabia que ela gostava...
Saiu à noite por umas três vezes e não lhe impusémos horários - e portou-se sempre bem.
Desta vez a nossa responsabilidade tinha uma carga completamente diferente...
No sábado levámo-la a jantar à sua pizzaria preferida (ela queria pagar-nos o jantar, mas não deixámos), e bebeu um bocadinho a mais do que devia de sangria (oooooh, maus pais!!!). Ria-se muito e dizia coisas sem grande nexo.
Chorou por ter de se ir embora, disse que tinha sido uma semana muito boa. Muito boa.
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