sexta-feira, 19 de setembro de 2008

dores

Chorava que parecia que lhe estavam a arrancar um dente a sangue-frio... um choro sentido, como uma dor que vinha bem lá do fundo. Chorava muito alto e com um ar desesperado...
Veio ter connosco a pedir pensos, tinha caído e tinha feito uma esfoladela em cada joelho.
Fui buscá-los. Daqueles pensos dos miudos, com cores e bonecos.
No entanto, não deixou colocá-los em cima das feridas, porque "doi muito aí". Onde ficaram? Um bocadinho acima...
Resultado: a dor passou automaticamente.

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