Fui lá.
Sentei-me e esperei apenas uns 2 minutos, que me pareceram uma eternidade. Estupidamente, estava nervosa como se fosse a uma entrevista de emprego.
Sentei-me e esperei apenas uns 2 minutos, que me pareceram uma eternidade. Estupidamente, estava nervosa como se fosse a uma entrevista de emprego.
Ideia idiota, esta. A MH, acompanhada pela D, puseram-me logo à-vontade.
A MH é uma pessoa com idade para ser minha mãe, mas que me pareceu de uma energia inesgotável. Fala de forma entusiasmada sobre a sua região, o seu trabalho (mas nunca usando a 1ª pessoa...), falou abertamente das dificuldades sem mostrar desânimo, dos projectos, dos novos adultos que se estão a formar e a ser já um bom resultado de anos de dedicação. Fala com alegria e brilho nos olhos, próprios de quem acredita e é feliz no que vive e faz.
Entendo agora o que o HD me dizia no mail.
Falou de si, da sua vinda para aqui (algo semelhante à minha... :)), fez perguntas sobre mim, sobre a minha adaptação.
Falou-me da região, das actividades em que estão envolvidos, das carências de recursos adultos e da dispersão geográfica, que dificulta actividades, reuniões, formações, a própria participação mais activa desses adultos na vida da associação.
Pareceu-me esperar muito de mim. Aliás, sabia muito de mim, não sei bem como...
É mesmo. Naqueles 3 dias da Abril, de forma subtil, o HD fez-me um Rx por dentro e por fora. Acertou nos meus desejos, acreditou em mim.
A MH é uma pessoa com idade para ser minha mãe, mas que me pareceu de uma energia inesgotável. Fala de forma entusiasmada sobre a sua região, o seu trabalho (mas nunca usando a 1ª pessoa...), falou abertamente das dificuldades sem mostrar desânimo, dos projectos, dos novos adultos que se estão a formar e a ser já um bom resultado de anos de dedicação. Fala com alegria e brilho nos olhos, próprios de quem acredita e é feliz no que vive e faz.
Entendo agora o que o HD me dizia no mail.
Falou de si, da sua vinda para aqui (algo semelhante à minha... :)), fez perguntas sobre mim, sobre a minha adaptação.
Falou-me da região, das actividades em que estão envolvidos, das carências de recursos adultos e da dispersão geográfica, que dificulta actividades, reuniões, formações, a própria participação mais activa desses adultos na vida da associação.
Pareceu-me esperar muito de mim. Aliás, sabia muito de mim, não sei bem como...
É mesmo. Naqueles 3 dias da Abril, de forma subtil, o HD fez-me um Rx por dentro e por fora. Acertou nos meus desejos, acreditou em mim.
Espero corresponder, e se por acaso for menos bem sucedida, não será decerto por falta de vontade ou de esforço.
Fui surpreendida com uma proposta muito concreta (a nível de datas), já para Agosto. Deixou-me com o bichinho cá dentro. Fiquei cheia de vontade de participar, seja em que serviço for.
Implica aqui uma negociação familiar e um reajuste de férias, que não vai ser fácil. Mas... não custa tentar.
Há muitos outros caminhos por onde posso seguir, mesmo após setembro. E cada um me entusiasma mais do que o outro.
Quero voltar a sentir-me útil.
Fui surpreendida com uma proposta muito concreta (a nível de datas), já para Agosto. Deixou-me com o bichinho cá dentro. Fiquei cheia de vontade de participar, seja em que serviço for.
Implica aqui uma negociação familiar e um reajuste de férias, que não vai ser fácil. Mas... não custa tentar.
Há muitos outros caminhos por onde posso seguir, mesmo após setembro. E cada um me entusiasma mais do que o outro.
Quero voltar a sentir-me útil.
Quero voltar a ter um papel activo.
Quero fazer de novo aquilo que me fez o que sou. Quero dar como recebi durante anos e anos.
Fui conhecer a sede da JR, o DMF. É incrível como me senti logo em casa ali, naquele espaço onde nunca tinha estado. Os materiais, os dossiers, os livros, os folhetos, as bandeiras e bandeirolas, as fotografias, tudo tem o mesmo cheiro que sempre conheci, em que cresci.
Estou de novo no caminho? Será este o meu caminho?
Deus escreve direito por linhas tortas.
Ao chegar a casa, desenrolei de novo "O filme da minha vida". Acho que estou na fase dos dois pares de pegadas. Acho que agora Ele me colocou de novo no chão, e me apoia ao lado, ajudando-me no caminho.
Fui conhecer a sede da JR, o DMF. É incrível como me senti logo em casa ali, naquele espaço onde nunca tinha estado. Os materiais, os dossiers, os livros, os folhetos, as bandeiras e bandeirolas, as fotografias, tudo tem o mesmo cheiro que sempre conheci, em que cresci.
Estou de novo no caminho? Será este o meu caminho?
Deus escreve direito por linhas tortas.
Ao chegar a casa, desenrolei de novo "O filme da minha vida". Acho que estou na fase dos dois pares de pegadas. Acho que agora Ele me colocou de novo no chão, e me apoia ao lado, ajudando-me no caminho.
Desde já, dê no que der, Obrigada HD!!!
4 comentários:
=)
Setembro....
Estarei eu longe... e tu cada vez mais perto do teu caminho! (:
Ainda bem que Ele já não anda contigo ao colo! ;)
Abraço apertado e boa sorte para o que quer que seja que andes a tramar :P
Linda L... tu estás a encontrar o teu caminho a casa escolha que fazes, a cada conquista, a cada dia.
Parece-te pouco?
Não é, nunca.
Lembra-te da "menina" que há pouco menos de 2 anos andava indecisa sobre cursos, opções de vida.
Já viste o teu passo de gigante nestes tempos?
Já viste a aventura em que estás a entrar agora?
*****
Tatoia...
Eu só estou bem quando tento "tramar" muitas e muitas coisas ao mesmo tempo!
Aliás, acho que é a inércia destes ultimos anos que me tem feito mal...
Enviar um comentário