Ela jogava à defesa, escaldada com o último abanão que tinha levado.
Ela, que gostou dos elogios mas que reagiu a frio para não voltar a ter esperanças.
Ela, que riu, que absorveu todos os conselhos, que escutou, que olhou, que observou, que desejou.
Como desejou...
Ela que se sentiu apavorada com o abraço oferecido e que não conseguiu aceitar na altura, por medo.
Ela que transpareceu favor em vez de medo ou vontade.
Ela, que no meio da ansiedade foi estúpida, infantil e intempestiva.
E assim ficaram.
Na distância de uma frase mal dita, de uma paragem imediata, de um medo irracional.
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