domingo, 1 de janeiro de 2012

2012

2011 foi um pouco melhor que 2010, é um facto. Teve muitas mais coisas melhores, mas nem assim consigo chegar ao final e ficar 100% satisfeita com o balanço.
O ultimo dia do ano trouxe mais uma discussão, uma chatice, um aborrecimento familiar que era desnecessário. Talvez me coubesse a mim ultrapassar, relevar, perdoar. Continuo a não conseguir fazê-lo, e não sei se alguma vez o conseguirei. É, mais do que uma mágoa, uma dor que transporto. Uma dor fininha, persistente, que umas vezes está muito muito forte e outras ameniza um pouco, mas que não passa. Tenho de aprender a viver com ela, eu sei...

Não gosto particularmente da passagem de ano, mas gosto da ilusão que ela me dá: poder recomeçar, agarrar numa folha em branco e começar a escrever a minha vida de novo, voltar ao zero, crescer outra vez.

2012 afigura-se-me como um ano difícil (financeiramente, a instabilidade dos nossos empregos, etc), mas desafiante. 
É o ano em que prevemos alterar várias coisas, voltar a investir no nosso futuro e na nossa familia. Temos andado um pouco em standby, e assim não pode ser.
Porque nós valemos a pena, porque a família vale a pena, e acima de tudo, porque só assim faz sentido: remarmos todos para o mesmo lado, lutarmos por um objetivo comum, fortalecer-mo-nos enquanto família.
As palavras de ordem para 2012 são:
Simplificar, Organizar, Economizar, Amar.

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