Atão e agora?
Pois, resolvi meter orelhas ao telefone, e lá fui eu.
Que estava esgotadíssimo! Mas reconheci a voz do outro lado, e identifiquei-me. Cumprimentei de novo e fui cumprimentada calorosamente.
"Pois que vou falar com a responsável e te digo alguma coisa. Sabes, não posso passar ninguém à frente, mas deixa ver o que ela diz".
Ah pois é... duas horas depois toca o telefone e... voilá! "Que temos de beneficiar as crianças que frequentam aqui a catequese e os escuteiros, e ainda por cima filhos de uma mãe participativa e chefe".
Que já me disseram que foi uma cunha, e que isso não deveria ser.
Não concordo.
Ou melhor, concordo perfeitamente com o facto de não dever haver cunhas em lado nenhum, mas esta situação não foi cunha nenhuma. Simplesmente fizeram uma exceção (abriram mais 2 vagas) para duas crianças que fazem parte daquele Centro noutras atividades, e por isso não foram deixadas de fora.
Sem comentários:
Enviar um comentário