Sim, eu queria voar mais alto*.
No entanto, essa vontade é cortada por quem acha que quero protagonismo. As coisas fazem-se como sempre se fizeram, e embora a teoria seja debitada automaticamente pela boca, os gestos e as acções fazem o oposto. Mas nem se auto-identificam no faz o que eu digo, não faças o que eu faço.
Faz-me confusão os que assim procedem. Não entendo esta diferença entre o dizer e o fazer. Será medo da mudança? Será que receiam, esses sim, que o protagonismo lhes seja retirado? Não reconhecem noutros que não eles as qualidades suficientes para serem bons, darem sugestões de melhoria, serem também parte activa. E nem sequer estou a falar de mim.
Estou numa bifurcação, e procuro achar o caminho certo a seguir... Não o do Bem e o do Mal, mas o mais correcto para mim e acima de tudo para aquilo que quero Servir.
Caminheiro que não Serve, não serve para nada
Caraças, as coisas aqui têm mesmo de ser sempre assim tão complicadas? Ou melhor, porque é que as pessoas complicam tanto as coisas?
*i.e., ser mais útil, trabalhar activamente, ser parte mais construtiva
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