Depois há aqueles dias em que sais de casa com tempo para ainda beberes um café "na" pastelaria local (sem bolo!!!).
Pegas no carro, e antes de saires da localidade, páras no cruzamento para dar prioridade ao carro dos bombeiros que vai a passar e nem prestas atenção e não vês que é o carro de desencarceramento.
Passas o dia na boa (meio entediada porque é daquelas semanas...), ao final do dia trocas uns sms provocadores (no sentido de desafiadores...) e que te acabam por levar a jantar fora a meio da semana e num sítio improvável.
A caminho do tal jantar-num-sitio-improvável-e-que-a-consciência-te-faz-ser-num-sítio-mais-pertinho-de-casa, em conversa banal descobres que o tal carro dos bombeiros foi socorrer um acidente brutal perto da terrinha. Tão brutal que a estrada esteve interrompida umas horas.
No dito jantar-que-tinha-tudo-para-ser-um-jantar-romantico-a-quatro-mas-que-acabou-num-tasco-estranho descobres que há algumas coincidências na história do tal-acidente-para-onde-foi-o-tal-carro-dos-bombeiros, e começas a desconfiar mas até nem ligas muito porque afinal aquele era o tal jantar-combinado-à-ultima-da-hora-num-ataque-de-romantismo-inesperado mas apesar disso os miudos continuam a embirrar um com o outro e o clima foi-se.
No dia a seguir levantas-te à hora normal (aquela sem tempo para o café), chegas à empresa e descobres que as coincidências não eram só coinciências, e que nesse acidente estava um colega daqueles que tu até gostas bastante, e que agora se encontra em mau estado...
Força P.!
(tão depressa não saio cedo de casa e não vou à pastelaria beber café, ok?)
(sim, sou supersticiosa com estas cenas)(Muito)
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