quarta-feira, 18 de maio de 2011

noites

Esta noite senti-me numa discoteca.
Eu explico: no verão (ou sempre que o tempo melhora), durmo com as portadas abertas. Adoro acordar de manhã e ver a claridade do dia. Faz-me sentir bem e sair mais bem disposta (e mais facilmente) da cama.
Pois esta noite, que choveu, trovejou e relampejou (isto existe???) toda a santa noite, os clarões entravam-me pelo quarto ininterruptamente. 
Tal e qual as luzes numa discoteca, mas em vez de música a acompanhar, tinha o ruído nada agradável dos trovões.
E se estão a perguntar-se porque é que eu não fechei as portadas, é porque as minhas são do lado de fora da janela, e iria molhar-me toda.

Adivinham o que aconteceu quando a coisa acalmou um bocadinho?
Não... não foi o despertador, foi mesmo a sirene dos bombeiros que começou a tocar desalmadamente um pouco antes das 7h. Lá me levantei ainda mais cedo hoje.
Não há condições, definitivamente.
E eu continuo a dormir mal. E consequentemente o meu cérebro não está a funcionar bem*. Troco as palavras, custa-me a pensar, e doi-me o corpo todo, de tão cansado que está.







*e como é que o meu discurso na cerimónia de ontem saiu direitinho, perguntam vocês? Pois, eu também não sei, mas o que é certo é que correu tudo muito bem. Viva eu!

Sem comentários: