Quando escolhemos o local da passagem de ano, as condições eram que:
1. Não fosse na minha casa
2. Fosse um sitio giro e barato
3. Se fosse num hotel, que tivesse piscina de água quente.
Lá conseguimos um hotelzito fixolas que preencheu todos os requisitos, e fomos.
Mal tínhamos saído de casa, lembrei-me que me tinha esquecido das braçadeiras do A. ele já nada, mas se calhasse a haver uma única piscina (fortissima probabilidade) e em que ele não tivesse pé em nenhum local (probabilidade um pouco menos forte que a anterior, mas ainda forte), o miudos a brincar ainda "só2 tem 5 anos, e era bem natural que se cansasse e fartasse.
No entanto, e porque obviamente saímos tarde de casa, não me apeteceu voltar atrás, e fiquei caladinha... na esperança que mais ninguém se lembrasse disso. Se fizessem mesmo falta, podíamos sempre ir comprar umas ao supermercado mais próximo por 2€ (e nós até só devemos ter uns 5 pares lá em casa).
Avançámos sem medos, portanto.
Ora quando fomos à piscina pela primeira vez - assim um 1º mergulho do ano como aqueles que apareceram na tv, mas na versão indoor e quentinhos, adivinhem as características da piscina?
Certo!
Uma piscina grande, com profundidade entre 1,30m e 1,50m!
Ainda assim, continuei caladinha, e nem falei em braçadeiras.
Ora, como o espaço estava bastante quente, ele, friorento como só visto, custou um bocadinho a entrar. No entanto...
Nem falou naquelas coisas!
Nadou o tempo todo como gente grande, boiava quando se sentia cansado, mergulhou, deu "bombas", foi apanhar coisas ao fundo da piscina, brincou, fizémos um sem-número de corridas de um lado ao outro da piscina, e tudo sem andar pendurado nos nossos pescoços: ali, a nadar como gente grande!
Fiquei muito contente por ver este avanço. Claro que eu já sabia que ele nadava - já vem do ano passado, mas ele era muito preguiçoso e preferia andar à boleia, pois assim cansava-se menos nas brincadeiras. Agora, isso acabou!
Por outro lado, os seus avanços na leitura e na "matemática" são também notoriamente grandes. De livre vontade (nunca me passaria pela cabeça pedir a uma criança de 5 anos que começasse a ler sem andar na escola), ele junta as letras e consegue ler palavras simples. Da mesma forma, faz contas básicas, tem gosto em contar as coisas e formular hipóteses sobre somas e subtracções com coisas do dia a dia e daquilo que vê ou experimenta.
Não, não tenho um filho génio. Mas sem dúvida tenho um filho que está a ter uma excelente pré-escola, que está a deixar a preguiça nos "trabalhos" que tanto me preocupou com os recados da educadora no ano passado, e que é muito estimulado pela irmã, gostando de aprender e tirando prazer disso.
Tenho ou não razão para começar o ano a babar?
(e amanhã há mais, porque hoje é a reunião das notas do 1º periodo da escola dela...)
No entanto, e porque obviamente saímos tarde de casa, não me apeteceu voltar atrás, e fiquei caladinha... na esperança que mais ninguém se lembrasse disso. Se fizessem mesmo falta, podíamos sempre ir comprar umas ao supermercado mais próximo por 2€ (e nós até só devemos ter uns 5 pares lá em casa).
Avançámos sem medos, portanto.
Ora quando fomos à piscina pela primeira vez - assim um 1º mergulho do ano como aqueles que apareceram na tv, mas na versão indoor e quentinhos, adivinhem as características da piscina?
Certo!
Uma piscina grande, com profundidade entre 1,30m e 1,50m!
Ainda assim, continuei caladinha, e nem falei em braçadeiras.
Ora, como o espaço estava bastante quente, ele, friorento como só visto, custou um bocadinho a entrar. No entanto...
Nem falou naquelas coisas!
Nadou o tempo todo como gente grande, boiava quando se sentia cansado, mergulhou, deu "bombas", foi apanhar coisas ao fundo da piscina, brincou, fizémos um sem-número de corridas de um lado ao outro da piscina, e tudo sem andar pendurado nos nossos pescoços: ali, a nadar como gente grande!
Fiquei muito contente por ver este avanço. Claro que eu já sabia que ele nadava - já vem do ano passado, mas ele era muito preguiçoso e preferia andar à boleia, pois assim cansava-se menos nas brincadeiras. Agora, isso acabou!
Por outro lado, os seus avanços na leitura e na "matemática" são também notoriamente grandes. De livre vontade (nunca me passaria pela cabeça pedir a uma criança de 5 anos que começasse a ler sem andar na escola), ele junta as letras e consegue ler palavras simples. Da mesma forma, faz contas básicas, tem gosto em contar as coisas e formular hipóteses sobre somas e subtracções com coisas do dia a dia e daquilo que vê ou experimenta.
Não, não tenho um filho génio. Mas sem dúvida tenho um filho que está a ter uma excelente pré-escola, que está a deixar a preguiça nos "trabalhos" que tanto me preocupou com os recados da educadora no ano passado, e que é muito estimulado pela irmã, gostando de aprender e tirando prazer disso.
Tenho ou não razão para começar o ano a babar?
(e amanhã há mais, porque hoje é a reunião das notas do 1º periodo da escola dela...)
1 comentário:
ena!
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