Até acordámos cedo. Pequeno almoço, lavagens matinais.
Ainda tentámos fazer alguma coisa de útil, mas achámos que valia a pena uma derradeira tentativa para convencer a nossa querida casinha a limpar-se e arrumar-se sozinha. E além disso, há muito tempo que nem o Bóris nem o Toy saíam para uma volta familiar. Assim, e depois de mais uma conversa com a casa, lá fomos todos rumo à barragem.
Pois.
Apesar do céu enfarruscado, estava muito calor. O termómetro marcava 26ºC.
Depois de acharmos um espaço sem pescadores nem campistas, saltámos todos para fora do jipe. O Bóris não cabia em si de contente, e quando démos por ele, já o André chapinhava nas águas da Barragem. “Que se lixe!” E lá a Filipa despiu as calças e foi também molhar os pés.
Estes caminhos têm sempre uns portões à prova de gado, mas nada que não se abra e feche.
Regressados ao lar mesmo a tempo de acender o churrasco.
Assim que o Zé entra em casa com o belo entrecosto… o cenário lá fora mudou de repente:





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