(As recordações palpáveis que trouxe da Drave:
os símbolos das actividades que realizámos, e outras mais pessoais)
Cheguei ontem a casa já eram 24h00, após muitas horas ao volante.
Estava (e ainda estou) muito cansada.
No entanto, e começando o meu Diário de Campo pelo fim, a minha avliação é muito positiva.
Estar ali, no meio de um grupo que na sua maioria não me conhecia e que me acolheu como se fossemos amigos de há décadas, foi fantástico. Já devia esperar isto, afinal, o escutismo é esta abertura, este acolhimento, esta entrega ao Outro, principalmente entre Dirigentes.
Estar em Drave é uma aventura primeiro que tudo física. Tudo é sempre a subir, e consequentemente, sempre a descer. As dores nas pernas ao final do primeiro dia denunciaram a minha falta de actividade dos ultimos quase 5 anos (salvou-me a hidroginástica recente...). Em compensação, a paisagem, a mística do local, o acolhimento da Equipa do Staff Permanente, a ribeira onde tomávamos banho e onde bebíamos água, tudo isso compensa qualquer esforço físico. E o meu foi mínimo, ao contrário do dos outros participantes...
O meu obrigada às Comunidades, ao HD e ao CM.

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