Domingo foi o Dia D.
O A. ficou em casa com os avós, eu e a F. saímos pelas 12h30 rumo a Lisboa, num dia dedicado só a nós.
Há tanto tempo que não estávamos assim, só as duas, como antigamente…
Ela ainda não sabia ao que ia, quis fazer-lhe uma surpresa.
Estrada fora, resolvi ir pela Nacional em vez da auto-estrada. Ia mais devagar, com calma, apreciando a paisagem. Poderíamos parar quando quiséssemos, para comer ou dar uma volta. No rádio tocaram os CDs que pediu: imagine-se, os Humanos e a Filarmónica Gil, saltitando as músicas pelas suas preferidas. Como que numa premonição, já perto de Lisboa pediu as músicas do Noddy.
- Hoje escolhes tu o almoço. O que queres F.?
- Pizza!
E pizza foi…
Ao saber que íamos a Lisboa, não sei porque razão pensou que íamos ver a “Árvore da Europa” – como se eu fosse capaz de ir a Lisboa para ver semelhante coisa… enfim. Ficou desiludida ao desembocar no Parque das Nações e não ver árvore de natal nenhuma. Mas…
A chegada ao Pavilhão Atlântico foi mágica! (até eu estava em pulgas para ver a reacção dela).
Aqueles grandes olhos castanhos brilharam de alegria ao saber que ia ver o Noddy! Tudo era motivo de júbilo: os bilhetes, a fila para entrar, as escadas, as pipocas, as outras crianças, a entrada no recinto e o palco já montado, aguardando o início do espectáculo…
O Noddy que nunca mais começava… (entrámos 20 minutos antes)
O show! Meu Deus, que espectáculo!
Um musical encantador, com uma história cheia de coisas boas para ensinar aos meninos, interacção com o público, um pavilhão inteiro cheio de crianças a gritar e a cantar em coro…
O drama durante o interminável intervalo, com o coitadinho do Noddy durante a noite na prisão do Sr. Lei. A vontade da F. em o ir salvar… a vontade de denunciar os Duendes Marotos… Enfim, tudo passou na 2ª parte!
Adorei. O espectáculo e o “espectáculo dentro do espectáculo” – a F. a cantar e a dançar, a bater palmas e a responder às perguntas feitas no palco, a viver intensamente cada momento que passava. ADORÁMOS!
À saída, nova surpresa aguardava a F. cá fora. O pai tinha chegado e esperava por nós junto à porta. Mais uma festa!
Que festa!
E vivam os dias assim…
1 comentário:
Que lindo o espactáculo!
Aqui no norte esteve sempre esgotado.
A F deslumbrou-se de certeza e a mamã babda... também...
Beijinhos pra todos
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