E quando pensamos que nada mais pode acontecer, acontece outra cena marada.
E um fim de semana que já não estava a ser bom, piora.
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domingo, 22 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Férias - dia 5 (parte 1)
Bem, o dia hoje foi, diferente.
Saímos de casa um pouco mais cedo que nos dias anteriores (10h00 talvez), e como estava estipulado, rumámos à praia para uma aula de surf.
Pelo caminho, vejo uma autocaravana atascada. Ligo à L., vou deixar os miudos na praia, e volto para a minha BA (Boa-Acção) do dia.
Antes de regressar, vejo um carro também ele atascado, e bem pior. Atravesso a estrada, engato as mudanças, e ofereço gentilmente:
"Posso ajudar?"
Agora imagine-se a cena: um Seat Ibiza com 4 homens, entre os 20 e os 40 anos talvez, completamente enfiado na areia. Eles eram pás, eles eram pranchas de desatascamento, eles cavavam, tudo menos tirar dali a viatura. Eis que chego eu, mocita rechonchuda mas desenrascada e ainda jeitosita, num jipe semi-artilhado, páro na maior ali na mesma areia onde eles estavam, saio do jipe com o meu vestidinho de praia e havaianas, e ofereço ajuda.
Resposta pronta deles?
"Não obrigada, isto está quase"
Pois, estava quase... a chegar areia aos vidros do carro! Mas pronto, eu ainda insisti, mas como macho que é macho não aceita ajuda de gaja armada em simpática, e eles lá continuaram numa de cava, prancha, anda 50cm, atasca de novo, cava, prancha, etc.
Resolvi gozar o prato. Engatei as lentas, dei uma voltinha ao jipe (ali, bem no meio da areia solta e fininha que teimava em afundar ainda mais o Ibiza), coloquei-me numa posição onde via bem a cena dentro do meu carrito com AC, e aguardei.
Passados nem 5 minutos, abri a janela e perguntei de novo:
"Têm a certeza que não querem ajuda? É que eu em 2 minutos tiro-vos daí... e escusam de esforçar ainda mais o carro"
Gera-se uma discussão entre eles. Uns queriam ajuda, outros nem por isso (o dono do carro, pelo que percebi, e o mais novo do grupo). É que ainda faltavam uns 7 metros para chegarem a terra firme. Lá ganhou o sim.
Saquei do cabo, coloquei-me em posição, ainda tive de os ensinar onde estava a argola para rebocar o carrito, e em 2 minutos (com estas manobras incluídas), o Ibiza estava no alcatrão.
E não é que me queriam pagar?
Bimbos do caraças!
O puto (o tal dono do carro) queria porque queria que eu aceitasse uma nota de 5€. Tive de brigar (verdadeiramente) com ele. E no fim disse-lhe que, quando eu fosse à terra dele, também gostava de encontrar alguém que me ajudasse numa situação difícil. A contragosto, lá aceitou que ainda há pessoas que ajudam só pelo gosto de ajudar (as parvas como eu).
Pois adivinhem de onde eram os indígenas? Do nuorte, carago! (Desculpa Isabel, eu gosto muito de vocês, e sei que o Nuorte é uma naçóuen, mas realmente são todos uns castiços do pior quando desatam a falar assiem).
Bem, com a autocaravana foi mais pacífico, um simpático casal na casa dos 60 ficou agradecidíssimo com o gesto, e só não me obrigaram a almoçar ali com eles porque eu os ameacei com as nossas 4 crianças sempre esfomeadas, e depois de uma aula de surf... ainda mais comeriam.
Adivinhem de onde eram eles?
Pois nem é preciso dizer né? Carago, que eles andem aí...
Saímos de casa um pouco mais cedo que nos dias anteriores (10h00 talvez), e como estava estipulado, rumámos à praia para uma aula de surf.
Pelo caminho, vejo uma autocaravana atascada. Ligo à L., vou deixar os miudos na praia, e volto para a minha BA (Boa-Acção) do dia.
Antes de regressar, vejo um carro também ele atascado, e bem pior. Atravesso a estrada, engato as mudanças, e ofereço gentilmente:
"Posso ajudar?"
Agora imagine-se a cena: um Seat Ibiza com 4 homens, entre os 20 e os 40 anos talvez, completamente enfiado na areia. Eles eram pás, eles eram pranchas de desatascamento, eles cavavam, tudo menos tirar dali a viatura. Eis que chego eu, mocita rechonchuda mas desenrascada e ainda jeitosita, num jipe semi-artilhado, páro na maior ali na mesma areia onde eles estavam, saio do jipe com o meu vestidinho de praia e havaianas, e ofereço ajuda.
Resposta pronta deles?
"Não obrigada, isto está quase"
Pois, estava quase... a chegar areia aos vidros do carro! Mas pronto, eu ainda insisti, mas como macho que é macho não aceita ajuda de gaja armada em simpática, e eles lá continuaram numa de cava, prancha, anda 50cm, atasca de novo, cava, prancha, etc.
Resolvi gozar o prato. Engatei as lentas, dei uma voltinha ao jipe (ali, bem no meio da areia solta e fininha que teimava em afundar ainda mais o Ibiza), coloquei-me numa posição onde via bem a cena dentro do meu carrito com AC, e aguardei.
Passados nem 5 minutos, abri a janela e perguntei de novo:
"Têm a certeza que não querem ajuda? É que eu em 2 minutos tiro-vos daí... e escusam de esforçar ainda mais o carro"
Gera-se uma discussão entre eles. Uns queriam ajuda, outros nem por isso (o dono do carro, pelo que percebi, e o mais novo do grupo). É que ainda faltavam uns 7 metros para chegarem a terra firme. Lá ganhou o sim.
Saquei do cabo, coloquei-me em posição, ainda tive de os ensinar onde estava a argola para rebocar o carrito, e em 2 minutos (com estas manobras incluídas), o Ibiza estava no alcatrão.
E não é que me queriam pagar?
Bimbos do caraças!
O puto (o tal dono do carro) queria porque queria que eu aceitasse uma nota de 5€. Tive de brigar (verdadeiramente) com ele. E no fim disse-lhe que, quando eu fosse à terra dele, também gostava de encontrar alguém que me ajudasse numa situação difícil. A contragosto, lá aceitou que ainda há pessoas que ajudam só pelo gosto de ajudar (as parvas como eu).
Pois adivinhem de onde eram os indígenas? Do nuorte, carago! (Desculpa Isabel, eu gosto muito de vocês, e sei que o Nuorte é uma naçóuen, mas realmente são todos uns castiços do pior quando desatam a falar assiem).
Bem, com a autocaravana foi mais pacífico, um simpático casal na casa dos 60 ficou agradecidíssimo com o gesto, e só não me obrigaram a almoçar ali com eles porque eu os ameacei com as nossas 4 crianças sempre esfomeadas, e depois de uma aula de surf... ainda mais comeriam.
Adivinhem de onde eram eles?
Pois nem é preciso dizer né? Carago, que eles andem aí...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
10 anos por montes e vales...

Só lá estamos há 8 anos, mas as amizades, os passeios, a gastronomia, a entreajuda, a alegria e os inúmeros dias (e noites) em excelente companhia, fazem-nos querer muitos e muitos mais.
Forum-TT - há 10 anos por montes e vales



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A passagem de ano foi calmita, assim meio à cota, mas agradável, com amigos e sem sombra de dúvida bem melhor que a do ano passado, a acudir a doentes e narizes ranhosos.
Dia 1 fizemos um passeio pedestre até ao Castelo (pasmem-se os que conhecem os implicados!!!), e assim se passaram as festas e as minhas férias.
Pelo meio um Natal onde a prenda-sensação foi a famosa Wii, o que já valeu bons momentos de risota, uns valentes jogos, e acordar por várias vezes ao som de "mãe, posso jogar na wii?", ali mesmo coladinho à minha cara.
Ainda nas férias fizémos uma visita cultural à capital, onde pudémos constatar que a senhora que está no Planetário a fazer as sessões especiais de Natal para crianças não tem jeito nenhum para falar com crianças, mas ainda assim foi divertido, e havemos de voltar para ver a sessão normal com os trovões e outras coisas fixes. Ainda no Planetário, o Pai dormiu no seu confortável cadeirão, o A. queria por força as pipocas obrigatórias no cinema, a F. sabia a história melhor que a senhora, e a M. não percebeu metade do que foi dito, porque a dita apresentadora falava depressa demais. Eu, ia acudindo como possível, claro.
Não fomos aos Pasteis de Belém, porque a fila era tão grande que chegava à esquina do passeio e desistimos.
Nesse mesmo dia fomos todos ao Oceanário, aproveitando os bilhetes que tínhamos, e perdemo-nos de amores pelo peixe bola-bola - gigante, gordo e feio, o que lhe dava um encanto muito próprio, e pelo Eusébio, a lontra que dormiu o tempo todo, deitado de costas na água agarrado a umas ervas. Conhecemos a casa do Vasco (a mascote do oceanário, para quem não sabe), e saímos de lá ao fim de 2h, satisfeitos com o passeio.
Ainda durante as férias (ou se quisermos ser precisos, ainda nas ultimas semanas de aulas), tivémos alguns quase-aborrecimentos com a nossa M., que ao fim de 3 meses começa a demonstrar algum desgaste (e nós também), além de ter na cabeça apenas um namorado em vez da adaptação cultural que era suposto. Isto tem-nos valido a todos várias conversas sérias, e a ela algumas restrições às saídas, ao uso de telemóvel, e mesmo a alguma confiança que eu esperava poder ter numa jovem de 17 anos e que afinal não tenho porque não demonstra grande juízo nem capacidade de discernimento nalgumas situações mais óbvias (para nós pelo menos). Mas como só este tema dá para vários posts, não me prolongo, além de que me fazem ficar algo mal disposta, pelo que mudo simplesmente de assunto agora.
Bem, ainda inserido nas comemorações de ano novo, no domingo juntámo-nos com alguns amigos e fomos molhar as rodas dos jipes. As rodas... e mais um pouco.
Rumámos à Barragem de Pego do Altar, e lá fomos todos.
Desta vez ninguém ficou atascado - para tristeza do A., mas foi por um triz. Com as chuvas constantes das ultimas semanas, lama é coisa que não falta, e o percurso estava bem engraçado.
As fotos não são muitas, porque 2 baterias não servem de nada, se estiverem as 2... descarregadas.
Como começámos já perto das 15h45, caiu a noite e nós no passeio, pelo que foi uma tarde seguida de uma nocturna, e que para não variar terminou com um petisco bem valente ali para os lados de Alcácer do Sal.
2ª feira, foi para todos o dia de voltar à realidade...
Dia 1 fizemos um passeio pedestre até ao Castelo (pasmem-se os que conhecem os implicados!!!), e assim se passaram as festas e as minhas férias.
Pelo meio um Natal onde a prenda-sensação foi a famosa Wii, o que já valeu bons momentos de risota, uns valentes jogos, e acordar por várias vezes ao som de "mãe, posso jogar na wii?", ali mesmo coladinho à minha cara.
Ainda nas férias fizémos uma visita cultural à capital, onde pudémos constatar que a senhora que está no Planetário a fazer as sessões especiais de Natal para crianças não tem jeito nenhum para falar com crianças, mas ainda assim foi divertido, e havemos de voltar para ver a sessão normal com os trovões e outras coisas fixes. Ainda no Planetário, o Pai dormiu no seu confortável cadeirão, o A. queria por força as pipocas obrigatórias no cinema, a F. sabia a história melhor que a senhora, e a M. não percebeu metade do que foi dito, porque a dita apresentadora falava depressa demais. Eu, ia acudindo como possível, claro.
Não fomos aos Pasteis de Belém, porque a fila era tão grande que chegava à esquina do passeio e desistimos.
Nesse mesmo dia fomos todos ao Oceanário, aproveitando os bilhetes que tínhamos, e perdemo-nos de amores pelo peixe bola-bola - gigante, gordo e feio, o que lhe dava um encanto muito próprio, e pelo Eusébio, a lontra que dormiu o tempo todo, deitado de costas na água agarrado a umas ervas. Conhecemos a casa do Vasco (a mascote do oceanário, para quem não sabe), e saímos de lá ao fim de 2h, satisfeitos com o passeio.
Ainda durante as férias (ou se quisermos ser precisos, ainda nas ultimas semanas de aulas), tivémos alguns quase-aborrecimentos com a nossa M., que ao fim de 3 meses começa a demonstrar algum desgaste (e nós também), além de ter na cabeça apenas um namorado em vez da adaptação cultural que era suposto. Isto tem-nos valido a todos várias conversas sérias, e a ela algumas restrições às saídas, ao uso de telemóvel, e mesmo a alguma confiança que eu esperava poder ter numa jovem de 17 anos e que afinal não tenho porque não demonstra grande juízo nem capacidade de discernimento nalgumas situações mais óbvias (para nós pelo menos). Mas como só este tema dá para vários posts, não me prolongo, além de que me fazem ficar algo mal disposta, pelo que mudo simplesmente de assunto agora.
Bem, ainda inserido nas comemorações de ano novo, no domingo juntámo-nos com alguns amigos e fomos molhar as rodas dos jipes. As rodas... e mais um pouco.
Rumámos à Barragem de Pego do Altar, e lá fomos todos.
Desta vez ninguém ficou atascado - para tristeza do A., mas foi por um triz. Com as chuvas constantes das ultimas semanas, lama é coisa que não falta, e o percurso estava bem engraçado.
As fotos não são muitas, porque 2 baterias não servem de nada, se estiverem as 2... descarregadas.
Como começámos já perto das 15h45, caiu a noite e nós no passeio, pelo que foi uma tarde seguida de uma nocturna, e que para não variar terminou com um petisco bem valente ali para os lados de Alcácer do Sal.
2ª feira, foi para todos o dia de voltar à realidade...
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Fim de semana

dedicado a passear com os primos, num agradável programa bastante diversificado.
Apesar de ter começado o sábado a trabalhar, rumámos para junto dos primos E. e P., que nos aguardavam para uma churrascada.
Além de nos divertirmos e recordarmos os tempos em que éramos crianças, é muito bom ver como agora os nossos filhos têm a mesma cumplicidade, as mesmas brincadeiras, gostam de estar juntos e partilhar as malandrices próprias das suas idades.
O passeio TT que se seguiu permitiu apreciar a belissima paisagem da costa vicentina e da serra, com um jantar pelo meio, seguido de mais uma TTzada (agora nocturna) rumo aos famosos gelados do Marquês (a mariscada fica para quando os turistas se forem embora...).
Domingo, dia de descanso, ficou para a praia e piscina.
Quando chegámos a casa de novo, eram umas 23h30, os termómetros ainda marcavam 31ºC...
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
regras fundamentais para quem faz TT
1º - NUNCA vá sózinho - devem andar sempre 2 ou 3 jipes em grupo, para qualquer eventualidade.
2º - Na bagageira, pelo menos uma cinta, manilhas, luvas, uma pá e botas de borracha são elementos obrigatórios. Adicionalmente, é aconselhável um high-lift (ou outro macaco hidráulico), rádio-cb e gps.
3º - Antes de transpôr qualquer obstáculo (por fácil que possa parecer), avalie cuidadosamente a melhor forma de o transpôr. Tenha o cuidado de, antes de o "atacar", ligar a tracção, as redutoras ou o bloqueio (conforme o caso e a viatura).
Isto são das primeiras coisas que se aprendem...
Claro que há muitos outros conselhos adicionais...
2º - Na bagageira, pelo menos uma cinta, manilhas, luvas, uma pá e botas de borracha são elementos obrigatórios. Adicionalmente, é aconselhável um high-lift (ou outro macaco hidráulico), rádio-cb e gps.
3º - Antes de transpôr qualquer obstáculo (por fácil que possa parecer), avalie cuidadosamente a melhor forma de o transpôr. Tenha o cuidado de, antes de o "atacar", ligar a tracção, as redutoras ou o bloqueio (conforme o caso e a viatura).
Isto são das primeiras coisas que se aprendem...
Claro que há muitos outros conselhos adicionais...
a quem não cumpre as regras...
acontecem coisas destas:
Claro que, com as chuvas das ultimas semanas, os campos estão ensopados. Ainda por cima, num local que sofreu obras recentemente e por isso as terras estão remexidas, o terreno transforma-se num lamaçal imenso...

17h30 - Se ainda por cima, o condutor acha que passa em qualquer lado e não liga as redutoras antes de iniciar a marcha, e ainda tenta passar com a maior calma do mundo, sem forçar a viatura a atacar a lama com força suficiente... e os pneus que tem "calçados" são 75/25...
Ao menos, a paisagem era bonita, e ainda apreciámos o pôr do sol na planicie alentejana!
Claro que, com as chuvas das ultimas semanas, os campos estão ensopados. Ainda por cima, num local que sofreu obras recentemente e por isso as terras estão remexidas, o terreno transforma-se num lamaçal imenso...

17h30 - Se ainda por cima, o condutor acha que passa em qualquer lado e não liga as redutoras antes de iniciar a marcha, e ainda tenta passar com a maior calma do mundo, sem forçar a viatura a atacar a lama com força suficiente... e os pneus que tem "calçados" são 75/25...
Claro que o resultado é ficar de barriga assente na lama!
18h15 - Uns telefonemas depois, chega uma L200 para tentar ajudar. Também sem pneus, sem cinta, sem nada. Claro, o Toy ficou no mesmo local.
Ao menos levou-nos dali para fora, e pudémos ir buscar roupa seca e levar os miudos a casa (entretanto eram 19h00 e a Filipa já estava connosco).
Valeu a tentativa de ajuda do Frontera do FR, um companheiro do FTT arrancado de casa à força, mas que apesar da boa vontade, como não tinha também material adequado e estava sózinho, não conseguiu tirar-nos também.
Ao menos, a paisagem era bonita, e ainda apreciámos o pôr do sol na planicie alentejana!20h30 - Quando estávamos quase decididos a deixá-lo dormir ali e voltar de manhã com uma retro-escavadora, resolvemos ir aos bombeiros, que amavelmente nos deram a indicação de um reboque que efectuava este tipo de serviços.
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
começou a invernar
Chove lá fora. Muito, por sinal.
Os campos começam finalmente a vestir-se de verde. Aquele verde imenso que na planície se perde de vista. No ar paira o maravilhoso cheiro a terra molhada. Como adoro este cheirinho que emana do chão…
Este fim-de-semana rendemo-nos às evidências e finalmente colocámos na piscina a cobertura de Inverno.
Fomos dar uma volta pelos campos. Como é bom fazer TT no inverno, na lama, com a chuva a bater no vidro e nós quentinhos lá dentro. (quem não achou muita graça foi o Zé, que teve de ir abrir e fechar as cercas todas que encontrámos pelo caminho)
À noite acendemos a lareira e assámos castanhas no pote de barro, inaugurando assim a época de Inverno. Choveu todo o dia com muita força…
Gosto de estar em casa, no quentinho, a ouvir a chuva lá fora. Dá-me uma sensação de sossego, paz, segurança.
É, gosto muito de praia, sol, calor. Mas confesso que já estava com saudades do Inverno!
Os campos começam finalmente a vestir-se de verde. Aquele verde imenso que na planície se perde de vista. No ar paira o maravilhoso cheiro a terra molhada. Como adoro este cheirinho que emana do chão…
Este fim-de-semana rendemo-nos às evidências e finalmente colocámos na piscina a cobertura de Inverno.
Fomos dar uma volta pelos campos. Como é bom fazer TT no inverno, na lama, com a chuva a bater no vidro e nós quentinhos lá dentro. (quem não achou muita graça foi o Zé, que teve de ir abrir e fechar as cercas todas que encontrámos pelo caminho)
À noite acendemos a lareira e assámos castanhas no pote de barro, inaugurando assim a época de Inverno. Choveu todo o dia com muita força…
Gosto de estar em casa, no quentinho, a ouvir a chuva lá fora. Dá-me uma sensação de sossego, paz, segurança.
É, gosto muito de praia, sol, calor. Mas confesso que já estava com saudades do Inverno!
sexta-feira, 15 de setembro de 2006
it's back

Muitos dias (2 longos meses menos 2 dias), muitas lágrimas, e acima de tudo, muitos euros depois, eis que o "Toy" está de volta às terras do alentejo...
domingo, 11 de dezembro de 2005
segunda-feira, 12 de setembro de 2005
Moral da história
Isto fez ainda ressaltar umas coisas com que me tenho desleixado:
- Rever a caixa de 1ºs socorros e pô-la dentro do Toy (ToyoTTa)
- Revalidar o curso de 1ºs socorros
- Pôr a caixa com as cintas, manilhas, luvas, lanterna e pá dentro do Toy (de nada serve ter um jipe se não tiver estes utensílios para qualquer ocorrência)
- Antes de começar a conduzir, colocar sempre o telemóvel acessível e com o auricular ligado
Ah, todas as pessoas que entretanto pararam no local se lembraram do triângulo. Sabem quantos se lembraram do colete?
NENHUMA (e era de noite)
Outra moral, que a mim não serve, mas pode ser útil a alguém: se enganar o seu marido/mulher, tenha especial atenção à condução... nunca se sabe se pode ser apanhado num acidente a vários km do local onde deveria estar!
- Rever a caixa de 1ºs socorros e pô-la dentro do Toy (ToyoTTa)
- Revalidar o curso de 1ºs socorros
- Pôr a caixa com as cintas, manilhas, luvas, lanterna e pá dentro do Toy (de nada serve ter um jipe se não tiver estes utensílios para qualquer ocorrência)
- Antes de começar a conduzir, colocar sempre o telemóvel acessível e com o auricular ligado
Ah, todas as pessoas que entretanto pararam no local se lembraram do triângulo. Sabem quantos se lembraram do colete?
NENHUMA (e era de noite)
Outra moral, que a mim não serve, mas pode ser útil a alguém: se enganar o seu marido/mulher, tenha especial atenção à condução... nunca se sabe se pode ser apanhado num acidente a vários km do local onde deveria estar!
Mulheres ao volante I
Como é hábito (péssimo, detesto isso) nesta casa, nenhum dos planos para o dia de hoje se realizou. Ok, desta vez a culpa nem foi nossa.
Menos mal, traduziu-se num passeio TTzista pelos arredores, com meio pic-nic no Alqueva e final de tarde com lanche ajantarado em casa de amigos, em Reguengos.
De regresso a casa (pelas 22h30, +/-), vinha eu a conduzir calmamente o "Toy", quando, a viatura à nossa frente - aí à confortável margem de segurança de uns 200m desaparece numa curva.
"Já bateu", diz o Z.
A curva era ligeiramente acentuada, mas nada de especial, e não íamos a mais de 70km/h. Ainda assim, abrandei e realmente quando lá chegámos lá estava o carro parado na berma inversa, dentro de uma vala.
Encostei, 4 piscas, vai de sairmos do carro para averiguar a situação.
Nisto sai uma senhora a correr de dentro do carro (que ainda trabalhava), chega ao meio da estrada (não muito larga, diga-se, e em plena curva), e volta de rompante para dentro de novo, para desligar o dito.
Única ocupante, estava intacta. Procurámos o triângulo de sinalização dentro da mala, sem efeito. Acho que ela nem nunca o tinha visto...
O carro aparentava ter danos ligeiros, apenas a frente um pouco desfeita.
Nisto páram mais 3 carros. Ela diz: "Ainda trabalha, isto sai daqui num instante"
Pergunto para o Z.:"Nós tiramos o carro daqui sem grandes problemas..."
Z:"Não... não temos as cintas, ainda estão na garagem"
Já a senhora estava dentro do carro, marcha atrás a fundo, a tentar sair. À 2ª tentativa, e depois de ter batido no fundo da vala mais uma vez, saiu realmente.
Ainda lhe dissémos: "Olhe, vamos na mesma direcção, páre na próxima povoação para vermos com luz se há mais danos, e entretanto vá andando devagarinho e com atenção ao painel, não vá acender algum indicador de temperatura, óleo, ou outro. Nós vamos atrás de si, para o caso de precisar de alguma coisa"
Bem dito bem feito. Só que... o devagarinho dela eram os 100/110km/h, aos "esses" pela estrada fora.
"Vai com os copos, comentámos" "Ah, é dos nervos" Entretanto via-se umas coisas a pender debaixo do carro, e o tubo do escape meio torto e fora do sítio.
Parou em Évora, na bomba da Galp.
O "avental" estava desfeito, e a chapa de matrícula torta, que ela endireitou rapidamente.
Os pneus ok, o capôt ligeiramente empenado.
"Até teve sorte, não está muito mal"
"Claro que não!!! Isto é um Toyota!"
"Abra lá o capôt, para ver se tem alguma coisa partida"
"Ah... nunca o abri... Onde é? Sabe, foi uma distracção... estava a apanhar o telemóvel para ligar à minha filha"
EU abri-lhe o capôt, pois nem o botão interno nem a patilha ela conhecia...
Mas olhou lá para dentro como se percebesse de tudo. "AHHHH, está tudo no sítio!"
"Z., esta é a tua parte, vê lá se achas aqui algo de anormal"(confesso, sei ver a água, o óleo, distingo algumas peças tipo radiador e motor, mas pouco mais)
"Ai o senhor percebe disto?" (deve ter pensado que ele era mecânico)
Ele observou. E disse que a ventoinha do radiador estava partida, pelo que ela tinha de ir devagar e com atenção à temperatura, para não aquecer e gripar.
É que a senhora ia para Lisboa ainda.
"Não quer chamar antes a Assistência em Viagem? Vai mais descansada" perguntei inocentemente.
"Nãaaaaaaaao. Amanhã tenho de ir trabalhar. E o meu marido ia ficar preocupado. Ai que o meu carro está todo sujo! Não há aqui água para o lavar? Tenho mesmo de ir para casa! Nem lhes telefono, ficavam logo preocupados. Sabe, eu vim este bocado mais depressa para apertar com o carro a ver se surgia algum problema, mas está tudo bem, eu vou devagar até Lisboa, não passo dos 100"
"Olhe, então faça boa viagem, vá com cuidado"
"Obrigada, eu vou, tenho é de ir para casa MESMO"
Ao sairmos, lá estava ela de volta da água, a tentar lavar (não sei o quê... só tinha umas ervas presas na porta, que eu tirei entretanto)
Lá fomos a comentar e a rir que nem uns perdidos:
"Bem, com os copos não estava. O marido é que não devia saber que ela estava por aqui. Amanhã, não vai trabalhar com aquele carro... se for a 100, não chega lá sem gripar e amanhã não anda de todo. Ah ah ah, e o que vai dizer ao marido? A preocupação dela era mesmo sair daqui e chegar a Lisboa"
Menos mal, traduziu-se num passeio TTzista pelos arredores, com meio pic-nic no Alqueva e final de tarde com lanche ajantarado em casa de amigos, em Reguengos.
De regresso a casa (pelas 22h30, +/-), vinha eu a conduzir calmamente o "Toy", quando, a viatura à nossa frente - aí à confortável margem de segurança de uns 200m desaparece numa curva.
"Já bateu", diz o Z.
A curva era ligeiramente acentuada, mas nada de especial, e não íamos a mais de 70km/h. Ainda assim, abrandei e realmente quando lá chegámos lá estava o carro parado na berma inversa, dentro de uma vala.
Encostei, 4 piscas, vai de sairmos do carro para averiguar a situação.
Nisto sai uma senhora a correr de dentro do carro (que ainda trabalhava), chega ao meio da estrada (não muito larga, diga-se, e em plena curva), e volta de rompante para dentro de novo, para desligar o dito.
Única ocupante, estava intacta. Procurámos o triângulo de sinalização dentro da mala, sem efeito. Acho que ela nem nunca o tinha visto...
O carro aparentava ter danos ligeiros, apenas a frente um pouco desfeita.
Nisto páram mais 3 carros. Ela diz: "Ainda trabalha, isto sai daqui num instante"
Pergunto para o Z.:"Nós tiramos o carro daqui sem grandes problemas..."
Z:"Não... não temos as cintas, ainda estão na garagem"
Já a senhora estava dentro do carro, marcha atrás a fundo, a tentar sair. À 2ª tentativa, e depois de ter batido no fundo da vala mais uma vez, saiu realmente.
Ainda lhe dissémos: "Olhe, vamos na mesma direcção, páre na próxima povoação para vermos com luz se há mais danos, e entretanto vá andando devagarinho e com atenção ao painel, não vá acender algum indicador de temperatura, óleo, ou outro. Nós vamos atrás de si, para o caso de precisar de alguma coisa"
Bem dito bem feito. Só que... o devagarinho dela eram os 100/110km/h, aos "esses" pela estrada fora.
"Vai com os copos, comentámos" "Ah, é dos nervos" Entretanto via-se umas coisas a pender debaixo do carro, e o tubo do escape meio torto e fora do sítio.
Parou em Évora, na bomba da Galp.
O "avental" estava desfeito, e a chapa de matrícula torta, que ela endireitou rapidamente.
Os pneus ok, o capôt ligeiramente empenado.
"Até teve sorte, não está muito mal"
"Claro que não!!! Isto é um Toyota!"
"Abra lá o capôt, para ver se tem alguma coisa partida"
"Ah... nunca o abri... Onde é? Sabe, foi uma distracção... estava a apanhar o telemóvel para ligar à minha filha"
EU abri-lhe o capôt, pois nem o botão interno nem a patilha ela conhecia...
Mas olhou lá para dentro como se percebesse de tudo. "AHHHH, está tudo no sítio!"
"Z., esta é a tua parte, vê lá se achas aqui algo de anormal"(confesso, sei ver a água, o óleo, distingo algumas peças tipo radiador e motor, mas pouco mais)
"Ai o senhor percebe disto?" (deve ter pensado que ele era mecânico)
Ele observou. E disse que a ventoinha do radiador estava partida, pelo que ela tinha de ir devagar e com atenção à temperatura, para não aquecer e gripar.
É que a senhora ia para Lisboa ainda.
"Não quer chamar antes a Assistência em Viagem? Vai mais descansada" perguntei inocentemente.
"Nãaaaaaaaao. Amanhã tenho de ir trabalhar. E o meu marido ia ficar preocupado. Ai que o meu carro está todo sujo! Não há aqui água para o lavar? Tenho mesmo de ir para casa! Nem lhes telefono, ficavam logo preocupados. Sabe, eu vim este bocado mais depressa para apertar com o carro a ver se surgia algum problema, mas está tudo bem, eu vou devagar até Lisboa, não passo dos 100"
"Olhe, então faça boa viagem, vá com cuidado"
"Obrigada, eu vou, tenho é de ir para casa MESMO"
Ao sairmos, lá estava ela de volta da água, a tentar lavar (não sei o quê... só tinha umas ervas presas na porta, que eu tirei entretanto)
Lá fomos a comentar e a rir que nem uns perdidos:
"Bem, com os copos não estava. O marido é que não devia saber que ela estava por aqui. Amanhã, não vai trabalhar com aquele carro... se for a 100, não chega lá sem gripar e amanhã não anda de todo. Ah ah ah, e o que vai dizer ao marido? A preocupação dela era mesmo sair daqui e chegar a Lisboa"
segunda-feira, 29 de agosto de 2005
PasseaTTa numa Barragem


Pois, para quem tiver dúvidas, este passeio foi feito no leito (leram bem, no LEITO) de uma barragem. Barragem de abastecimento, por sinal.Ainda há quem duvide da gravidade da seca?
terça-feira, 26 de julho de 2005
"Que se lixe o TT. Viva os amigos."... ou, "Um domingo na barragem do Divor"
Conhecemo-nos graças ao FTT.Temos em comum o gosto pelo Todo-Terreno, mas fomos descobrindo muitas outras coisas. Fomos descobrindo que gostamos de estar juntos, mesmo quando não se faz TT, seja lá qual é a razão.
Este domingo foi especial por isso mesmo. Primeiro, porque os G. e os "N." vieram aqui para os meus lados pela primeira vez, depois, pelo convívio, mais uma vez. Pela amizade que vamos construindo a cada dia, a cada almoço, a cada mail, a cada telefonema, a cada pic-nic, a cada conversa no MSN.
Foi pena o excesso de abelhas!!! (que o diga o pequeno B.!)
Gostei de vos ter cá, gostei quando ficaram para o "lanche" no quintal (ricos vizinhos que já cá não moram).
O TT? Gostamos todos muito na mesma, havemos de continuar a fazer. Mas para já, e acima de tudo, como disse sabiamente o A.G.: "Que se lixe o TT. Viva os amigos."
Obrigada, voltem sempre!
terça-feira, 5 de julho de 2005
T.T. (T.G.)
Um dos meus hobbies (nem sei se assim se pode chamar, uma vez que cada vez mais se torna mais sério), é o TT.
Todo-o-Terreno, para quem não sabe.
Num Fórum que conheci, o Fórum-TT, encontrei pessoas com o mesmo gosto pelos jipes, pelos passeios, pela camaradagem, pelo respeito pela Natureza, que ali todos preconizamos.
Nesse grupo, como em qualquer outro, acabámos por estabelecer relações mais estreitas com umas pessoas do que com outras... São os chamados amigos.
É com esses amigos que gosto de "praticar" aquilo que apelidámos de TT-TG - o Todo-Terreno Túristico Gastronómico. Sim, porque não há passeio sem o belo do churrasco, o pic-nic, o belo vinho alentejano, a "barriga da porca", os queijos, o rolo de carne, e outras iguarias que vão aparecendo.
Qualquer dia falo-vos mais disso!
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