Mostrar mensagens com a etiqueta CAF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CAF. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de maio de 2012

finally!

Quase 4 anos depois de ter iniciado o CAF - e quase 2 anos depois de o ter terminado, finalmente recebi as 3 contas!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Apetecia-me

Apetecia-me mesmo muito escrever aqui coisas positivas sobre este fim de semana.
Sim, porque foi verdadeiramente positivo (pese embora o triste acontecimento).

Vim de lá muito cansada, com a cabeça cheia de conhecimentos para assimilar, o corpo estafado do sono, dos 400km para cada lado, das poucas interrupções entre as UFs, com um misto de medo e ansiedade. Medo do peso da responsabilidade e ansiedade por começar a produzir, a mostrar aquilo que espero valer.
Nestes dias cresci mais um pouco, a minha comunidade cresceu bastante e deu um passo em grande ao termos aquela conversa sobre feitios e sobre tolerância, ao haver alguém que deu o primeiro passo quando na realidade a responsabilidade e a "culpa" nunca são de uma só pessoa.
Os formadores foram todos de uma simpatia enorme, sempre nos trataram já como iguais, os seus exemplos de vida e de escutismo mostram-nos que não foram uma equipa construída ao acaso, e fazem-me reacreditar na formação do CNE.
Mas de facto sinto que não absorvi ao máximo tudo... Senti-me demasiado expectadora e pouco participante. O meu corpo por lá esteve todo o tempo, mas o espírito fez diversas viagens entre o Porto e Vale Paraíso, e isso perturbou-me. Perturbou-me por não conseguir estar nem num lado nem noutro, e leva-me a concluir que falhei.
Sim, falhei para mim e para aquilo que exijo de mim mesma. Não consegui estar ao lado de quem precisava de mim naquele momento difícil, e nem consegui absorver a 100% as informações que me estavam a ser passadas, que me ajudavam a melhorar, a crescer, a ser mais.
As conversas do regresso abrangeram de tudo um pouco. Serviram acima de tudo para nos conhecermos melhor, para partilharmos esta mesma ansiedade e receios. Foi assim uma viagem mais agradável, menos morosa e que deu os seus frutos pessoais.
Claro que o balanço final é muito positivo.
Apenas eu não consegui ainda digerir o antagonismo emocional que vivi.

domingo, 30 de novembro de 2008

Este é um fim de seman que está a ser marcado por um turbilhão de emoções, como de costume nem sempre positivas. Acredito ou quero acreditar que todas elas contribuirão para o meu crescimento pessoal... mas todos sabemos que mesmo com essa consciência, isso nem sempre é possível.

No meio de uma actividade pela qual eu muito ansiava, há emoções que não consigo gerir com a facilidade e com a estabilidade que seria necessária num momento destes. A vontade de rir até mais não, contradiz a vontade de chorar. Nos momentos mais imprevisíveis sinto essas contradições, e nem sempre consigo estar aqui de corpo e alma como deveria...

Vamos por partes.

1. A 6ª feira marcou oficialmente o meu regresso ao activo no CNE. Algo que muito ansiava desde que estive na Drave, desde que conheci a Chefe L., desde que aceitei vir fazer o CAF. Ele chegou, e cá estou eu... Começo a sentir as dificuldades do que vou enfrentar, e a realidade que me espera e do que se espera de mim, e claro, receio não estar à altura. Vou aguardar por uma altura mais serena de espírito, e fazer essa auto-avaliação de uma forma mais isenta. Sei que necessito disso, e que esta não é a melhor noite. Sei também que emocionalmente estou fragilizada e que isso influenciou a minha postura este fim de semana.

A vontade de ficar cá até ao fim e de cá estar de corpo e alma contradiz a vontade de fazer os 256km que me separam daqueles que amo e que passam agora um momento que sei, infelizmente por experiência pessoal, extremamente penoso e difícil. Apesar de a minha presença lá ter a sua utilidade, fisicamente isso não me foi possível, e por isso.
2. A notícia que recebi logo ontem pela hora de almoço (quando consegui atender o telemóvel), foi de uma tristeza profunda.
Sabemos no racional quem quem está em sofrimento, fica melhor perto d'Ele...
No entanto, nunca estamos preparados para isso.
Eu, que passei por uma situação dessas há quase 3 anos atrás, vivencio estes momentos de uma forma mais intensa ainda. Vivencio pela S, pelo F, pela E. Pelo que sei que estão a sofrer, pela perda que tiveram.
Estou fisicamente longe, e por isso não tive de todo hipótese de estar convosco, de vos abraçar. Acreditem... estive aí desde ontem, e estou ainda. A família com que vivo estes 3 dias esteve também nas suas orações.
3. Sei que este post parece não ter nexo.
Estou um pouco assim. Meio perdida, meio assustada. Quando regressar amanhã a casa e "à terra", é que sei que vou processar tudo o que aqui vivi e aprendi.
De momento não consigo organizar os meus sentimentos de uma forma lógica e ordenada, de forma a avaliar coerentemente tudo o que se passou nestas ultimas 48 horas.
Sei apenas que nada acontece por acaso, e que se estou onde estou é porque tenho a felicidade de poder contar com pessoas fantásticas que sem me conhecerem de lado algum me têm dado um apoio incondicional.
E isso, é tudo. Vale por tudo.