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sábado, 19 de março de 2011
Brincadeiras inocentes fruto das noticias da ultima semana
"Mãe, estou a brincar ao tsunami!" (A., claro)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
6
O dia tão aguardado por ele chegou.
Longe de tudo (assim uns 100km depois do local onde Judas deixou as botas) e de todos os conhecidos, e depois de uma grande viagem de carro sem auto-estradas, acordou para o dia do seu aniversário.
O proprietário da Residencial Marialva e a funcionária da cafetaria ajudaram à festa, nuns parabéns a você cantados ao pequeno almoço sobre uma vela num queque de chocolate. As prendas foram o ponto alto (um mp3 só para ele), e passou o dia eufórico entre os insufláveis da feira das abelhas e o melzinho que eles passaram o dia a cravar à senhora do stand-maravilha.
O ponto alto foi sem dúvida acordar depois de uma grande viagem (grande para nós, que ele ressonou o caminho todo) à porta do amigo J. e da amiga M., e exclamar "Ó mãe, mas que grande surpresa!".
Foi uma grande surpresa para ele (e para ela, que eu não lhes tinha dito nada), ter um jantar e um bolo de anos de chocolate feitos pela T. (obrigadaaaaaaaaaaaaaaaa), com direito a velas, mais parabéns a você e uma noite de brincadeiras com os amigos.
A festa possível por causa do trabalho do pai nesse dia, mas a festa ideal!
Está crescido. Tagarela como sempre. Com resposta para tudo. Assustadiço, espertalhão, mimoso, sedutor. Dono de um sorriso lindo, sabe levar os adultos a fazer o que ele quer com a sua esperteza e capacidade de sedução.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
ele
- Mãe, se vai muito sangue para o nosso cérebro nós morremos não morremos?
- eeeeeeeeeeeh, pois, se for mesmo muito...
- Mas ó mãe, porque é que não pode ir muito sangue para o cérebro?
- (nem tive tempo para responder)
- Já sei, porque assim o cérebro fica todo molhado não é? E se fica molhado o cérebro não consegue pensar. E se não consegue pensar nós morremos, porque nós temos de estar sempre a pensar.
(há por aí tanta gente com o cérebro cheio de sangue...)
- eeeeeeeeeeeh, pois, se for mesmo muito...
- Mas ó mãe, porque é que não pode ir muito sangue para o cérebro?
- (nem tive tempo para responder)
- Já sei, porque assim o cérebro fica todo molhado não é? E se fica molhado o cérebro não consegue pensar. E se não consegue pensar nós morremos, porque nós temos de estar sempre a pensar.
(há por aí tanta gente com o cérebro cheio de sangue...)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Baba de ano novo I
Bem, avancemos com coisas alegres...
Quando escolhemos o local da passagem de ano, as condições eram que:
1. Não fosse na minha casa
2. Fosse um sitio giro e barato
3. Se fosse num hotel, que tivesse piscina de água quente.
Lá conseguimos um hotelzito fixolas que preencheu todos os requisitos, e fomos.
Quando escolhemos o local da passagem de ano, as condições eram que:
1. Não fosse na minha casa
2. Fosse um sitio giro e barato
3. Se fosse num hotel, que tivesse piscina de água quente.
Lá conseguimos um hotelzito fixolas que preencheu todos os requisitos, e fomos.
Mal tínhamos saído de casa, lembrei-me que me tinha esquecido das braçadeiras do A. ele já nada, mas se calhasse a haver uma única piscina (fortissima probabilidade) e em que ele não tivesse pé em nenhum local (probabilidade um pouco menos forte que a anterior, mas ainda forte), o miudos a brincar ainda "só2 tem 5 anos, e era bem natural que se cansasse e fartasse.
No entanto, e porque obviamente saímos tarde de casa, não me apeteceu voltar atrás, e fiquei caladinha... na esperança que mais ninguém se lembrasse disso. Se fizessem mesmo falta, podíamos sempre ir comprar umas ao supermercado mais próximo por 2€ (e nós até só devemos ter uns 5 pares lá em casa).
Avançámos sem medos, portanto.
Ora quando fomos à piscina pela primeira vez - assim um 1º mergulho do ano como aqueles que apareceram na tv, mas na versão indoor e quentinhos, adivinhem as características da piscina?
Certo!
Uma piscina grande, com profundidade entre 1,30m e 1,50m!
Ainda assim, continuei caladinha, e nem falei em braçadeiras.
Ora, como o espaço estava bastante quente, ele, friorento como só visto, custou um bocadinho a entrar. No entanto...
Nem falou naquelas coisas!
Nadou o tempo todo como gente grande, boiava quando se sentia cansado, mergulhou, deu "bombas", foi apanhar coisas ao fundo da piscina, brincou, fizémos um sem-número de corridas de um lado ao outro da piscina, e tudo sem andar pendurado nos nossos pescoços: ali, a nadar como gente grande!
Fiquei muito contente por ver este avanço. Claro que eu já sabia que ele nadava - já vem do ano passado, mas ele era muito preguiçoso e preferia andar à boleia, pois assim cansava-se menos nas brincadeiras. Agora, isso acabou!
Por outro lado, os seus avanços na leitura e na "matemática" são também notoriamente grandes. De livre vontade (nunca me passaria pela cabeça pedir a uma criança de 5 anos que começasse a ler sem andar na escola), ele junta as letras e consegue ler palavras simples. Da mesma forma, faz contas básicas, tem gosto em contar as coisas e formular hipóteses sobre somas e subtracções com coisas do dia a dia e daquilo que vê ou experimenta.
Não, não tenho um filho génio. Mas sem dúvida tenho um filho que está a ter uma excelente pré-escola, que está a deixar a preguiça nos "trabalhos" que tanto me preocupou com os recados da educadora no ano passado, e que é muito estimulado pela irmã, gostando de aprender e tirando prazer disso.
Tenho ou não razão para começar o ano a babar?
(e amanhã há mais, porque hoje é a reunião das notas do 1º periodo da escola dela...)
No entanto, e porque obviamente saímos tarde de casa, não me apeteceu voltar atrás, e fiquei caladinha... na esperança que mais ninguém se lembrasse disso. Se fizessem mesmo falta, podíamos sempre ir comprar umas ao supermercado mais próximo por 2€ (e nós até só devemos ter uns 5 pares lá em casa).
Avançámos sem medos, portanto.
Ora quando fomos à piscina pela primeira vez - assim um 1º mergulho do ano como aqueles que apareceram na tv, mas na versão indoor e quentinhos, adivinhem as características da piscina?
Certo!
Uma piscina grande, com profundidade entre 1,30m e 1,50m!
Ainda assim, continuei caladinha, e nem falei em braçadeiras.
Ora, como o espaço estava bastante quente, ele, friorento como só visto, custou um bocadinho a entrar. No entanto...
Nem falou naquelas coisas!
Nadou o tempo todo como gente grande, boiava quando se sentia cansado, mergulhou, deu "bombas", foi apanhar coisas ao fundo da piscina, brincou, fizémos um sem-número de corridas de um lado ao outro da piscina, e tudo sem andar pendurado nos nossos pescoços: ali, a nadar como gente grande!
Fiquei muito contente por ver este avanço. Claro que eu já sabia que ele nadava - já vem do ano passado, mas ele era muito preguiçoso e preferia andar à boleia, pois assim cansava-se menos nas brincadeiras. Agora, isso acabou!
Por outro lado, os seus avanços na leitura e na "matemática" são também notoriamente grandes. De livre vontade (nunca me passaria pela cabeça pedir a uma criança de 5 anos que começasse a ler sem andar na escola), ele junta as letras e consegue ler palavras simples. Da mesma forma, faz contas básicas, tem gosto em contar as coisas e formular hipóteses sobre somas e subtracções com coisas do dia a dia e daquilo que vê ou experimenta.
Não, não tenho um filho génio. Mas sem dúvida tenho um filho que está a ter uma excelente pré-escola, que está a deixar a preguiça nos "trabalhos" que tanto me preocupou com os recados da educadora no ano passado, e que é muito estimulado pela irmã, gostando de aprender e tirando prazer disso.
Tenho ou não razão para começar o ano a babar?
(e amanhã há mais, porque hoje é a reunião das notas do 1º periodo da escola dela...)
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
humilhação de mãe
"óoooo Mãe, tu não tens mesmo jeito nenhum para jogar na wii"
(com um ar verdadeiramente desiludido)
(com um ar verdadeiramente desiludido)
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Depois de uma semana inteira a falar dos pitons, depois de uma semana inteira em contagem decrescente para sábado, depois de uma semana inteira a falar do equipamento, da relva, dos passes e inclusive de estratégia de jogo, lá chegou o grande dia.

Estive em Lisboa todo o dia, e por isso não pude estar presente neste dia tão emocionante para ele, mas na manhã seguinte tivemos a oportunidade de por a escrita em dia e de ele me contar tudo.
Estão lá vários amigos, e gostou muito.
Vai ter um equipamento só dele, e com o nome dele escrito nas costas e tudo.
Foi só um treino, no próximo sábado é que vão jogar a sério (???).
Temos de levar uma garrafa de água como os jogadores costumam ter (???).
(Pelo que diz o pai, que foi com ele, não tem muito jeito para aquilo, conforme eu previa. Mas ficou feliz por estar no futebol. Pronto, isso chega-me.)


Estive em Lisboa todo o dia, e por isso não pude estar presente neste dia tão emocionante para ele, mas na manhã seguinte tivemos a oportunidade de por a escrita em dia e de ele me contar tudo.
Estão lá vários amigos, e gostou muito.
Vai ter um equipamento só dele, e com o nome dele escrito nas costas e tudo.
Foi só um treino, no próximo sábado é que vão jogar a sério (???).
Temos de levar uma garrafa de água como os jogadores costumam ter (???).
(Pelo que diz o pai, que foi com ele, não tem muito jeito para aquilo, conforme eu previa. Mas ficou feliz por estar no futebol. Pronto, isso chega-me.)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Férias (?!!?!!???)
Ontem "escrevi" cedo demais.
Aliás, assim que carreguei no botão "Publicar Mensagem" ouvi um choro demasiado familiar.
O A. chorava com dores no ouvido.
Com um grande historial de otites de repetição, nem exitei e rumámos ao hospital (eram 0h05 quando lá chegámos). Prognóstico já adivinhado: Otite Média Aguda, antibiótico e nada de água.
Estamos agora de partida para a praia, para ver como corre. Tampões, nada de dores desde que começou, ainda ontem à noite, a medicação.
Tava a correr bem demais não era?
Aliás, assim que carreguei no botão "Publicar Mensagem" ouvi um choro demasiado familiar.
O A. chorava com dores no ouvido.
Com um grande historial de otites de repetição, nem exitei e rumámos ao hospital (eram 0h05 quando lá chegámos). Prognóstico já adivinhado: Otite Média Aguda, antibiótico e nada de água.
Estamos agora de partida para a praia, para ver como corre. Tampões, nada de dores desde que começou, ainda ontem à noite, a medicação.
Tava a correr bem demais não era?
terça-feira, 27 de julho de 2010
Há uns dias
Na praia, com mais 2 casais amigos, e outras tantas crianças, queixávamo-nos (nós, as mulheres adultas), que a praia não devia ter areia... era uma chatice quando queriamos estender-nos ao sol.
Resposta pronta do A.:
- Ai era? Então e como é que as crianças brincavam, ahn?
Resposta pronta do A.:
- Ai era? Então e como é que as crianças brincavam, ahn?
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Desespero
Se alguém souber onde ou com quem posso deixar o A. (5 anos) durante os 1ºs 19 dias de Agosto, aqui a mãe agradece.
É que o colégio fecha dia 31 (daqui por 10 dias portanto), e ainda não tenho destino para ele.
Estou desesperada.
Mesmo.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
hora de baba I
Ele, 5 anos e 4 meses:
- Já anda de bicicleta perfeitamente sem as rodinhas;
- Já anda na piscina sem braçadeiras, nada, flutua e mergulha.
- Já anda de bicicleta perfeitamente sem as rodinhas;
- Já anda na piscina sem braçadeiras, nada, flutua e mergulha.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Ele
utiliza expressões como "é suposto...", "no topo de...", "realmente...", "superior...", "com certeza...", " outras que me parecem muito à frente para os seus 5 anos (feitos há 2 dias apenas).
No entanto, continua a dizer "poncutador" (computador) e "almongas" (almondegas).
Ninguém é perfeito, pois não?
No entanto, continua a dizer "poncutador" (computador) e "almongas" (almondegas).
Ninguém é perfeito, pois não?
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian
Há tantos, tantos anos que não ia aos Jardins da Gulbenkian...
Foi tão relaxante a escassa hora que lá passámos.
Foi tão maravilhoso ver que tudo está igual: os percursos por entre arbustos, a possibilidade de inventar histórias em florestas labirínticas, a relva verdinha, o lago com os patos, as travessias da água por entre as lages de pedra.
Ele gostou de conhecer, eu adorei revisitar.
Ele gostou de conhecer, eu adorei revisitar.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
aprende mãe...
os 3 aninhados no sofá, a F. espirra sem se preocupar.
eu - F.!!! Põe-se a mão à frente da boca quando se espirra!
A. - Ó mãe, olha a gripe A! Não se espirra para a mão por causa da gripe.
eu (aproveitei para verificar os conhecimentos) - Ai não?
A. - NÃÃÃÃÃO MÃE! Espirra-se para o cotovelo, para o braço ou para um lenço de papel.
ai pois é...
eu - F.!!! Põe-se a mão à frente da boca quando se espirra!
A. - Ó mãe, olha a gripe A! Não se espirra para a mão por causa da gripe.
eu (aproveitei para verificar os conhecimentos) - Ai não?
A. - NÃÃÃÃÃO MÃE! Espirra-se para o cotovelo, para o braço ou para um lenço de papel.
ai pois é...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
depois de ele ter feito uma patifaria qualquer...
- Tu és terrível Dé! (tom de reprovação)
- Não sou não mãe, eu sou um ES-PE-TÁ-CU-LO!
- Não sou não mãe, eu sou um ES-PE-TÁ-CU-LO!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
No caro, a caminho de casa:
- Mãe, hoje fiz muitas coisas para o Dia da Mãe, queres saber o que foram?
- Não Dé, é segredo... não se pode contar.
- Ó mãaae, então não te posso contar aquilo das flores que nós fizémos?
(oooops)
- Não Dé, é surpresa, só podes dizer no Dia da Mãe.
- E também não posso contar dos corações?
- Mãe, hoje fiz muitas coisas para o Dia da Mãe, queres saber o que foram?
- Não Dé, é segredo... não se pode contar.
- Ó mãaae, então não te posso contar aquilo das flores que nós fizémos?
(oooops)
- Não Dé, é surpresa, só podes dizer no Dia da Mãe.
- E também não posso contar dos corações?
quarta-feira, 4 de março de 2009
Rotinas
Lá fomos nós à consulta anual na Pediatra.
Na sala de espera, até pareciam uns anjinhos... Com direito a elogios da recepcionista, que afirmava que "só com uma era muito mais difícil mantê-la sossegada". Eu, admirada com tanto sossego fora do normal, anuí e disse-lhe que de facto estava a ser um dia calmito, sem brigas nem salganhadas.
Já no consultório, o mesmo comportamento inicial, calmo.
Até que a conversa sobre as alergias dela, a preguiça dele com as fichas da pré-escola, as fraldas, etc, foram-se desinibindo e mostrando do que são feitos.
Enfim, nada fora do normal.
Eu sei que refilo e ralho muito, mas comparados com tantos que vejo, os meus de facto nem são mal comportados, e acima de tudo, são obedientes e respeitadores.
Os factos:
Ela - cresceu 9cm num ano (!!?!!!), com apenas 1,5kg de aumento de peso, o que é óptimo pois regulou os percentis. 1,35m aos 8 anos é bem bom, acrescido à saúde que tem demonstrado, e ao facto de principalmente este ano ter passado ao lado das gripes gigantes.
Ele - cresceu dentro do normaç (continua nos percentis 50...), e demonstra um vocabulário acima da média para a idade (a sério???). Utiliza palavras menos correntes até para muitos adultos, argumenta e contra-argumenta como gente grande, utilizando correctamente os seus pontos de vista e conseguindo dar a volta com uma habilidade e imaginação muito boas para a idade. Vamos vigiando isto, vendo com a I. os seus progressos, e lá mais para a frente poderá ser sujeito a nova avaliação.
Em resumo, um espectáculo!
domingo, 1 de março de 2009
4 anos!
Desde o aniversário da irmã que ele andava em pulgas para festejar o dele.


Quando chegou o grande dia, estava desejoso de ir para o colégio, brincar com os amigos e cantar os parabéns.
Eu conseguir escapulir do escritório por uns momentos e assistir à festa.

O bolo estava muito bonito, os amigos cantaram, comeram, fizeram mesmo uma grande festa...
Mas o dia da festa com a familia chegou só no domingo, com os primos.
Andava encantado já com a presença do Pedro e da Inês, e mais encantado ficou quando chegaram todos os outros. Para a Festa Dele!
O bolo foi Rei (verdadeiramente, ou não fosse o King), e o momento de cantar os parabéns foi, como em qualquer festa, o ponto alto.
À noite, porém, dizia que a festa não tinha sido boa. Porquê? Porque se foram todos embora depois do bolo...
Deixa, para o ano vai haver mais festa!!!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
lol
A. (com um ar muito sofrido, como só ele sabe) - Mãe... não posso mesmo comer este puré de batata...
Eu - Porquê Dé?
A. - Vai sujar o meu coração to-di-nho!
...
...
Eu - Dé, vai a correr dar um beijo à I. e dizer Bom Natal
A. (quase a rastejar...) - Não posso mão, tou quase a desmaiar...
...
...
Eu - Porquê Dé?
A. - Vai sujar o meu coração to-di-nho!
...
...
Eu - Dé, vai a correr dar um beijo à I. e dizer Bom Natal
A. (quase a rastejar...) - Não posso mão, tou quase a desmaiar...
...
...
(ele há muitas e muitas mais... eu é que não me lembro nem de 1/5, senão escrevia uma enciclopédia de anedotas deste meu personagem baixinho)
domingo, 28 de dezembro de 2008
Festas de Natal
O Natal este ano foi de novo rico nas mais variadas festas.
Começámos por ir à festa do colégio (aqui ainda fomos os 4), onde fomos presenteados com o A e a "Dança das Renas". Um belo conjunto de renas que cantou e dançou, para ajudar o Pai Natal a distribuir as prendas aos meninos todos.

De seguida, e já com o Pai no hospital, tive de me desdobrar para poder assistir à festa da escola da F., onde ela foi uma magnífica Avó Joelca, que navegava pelas nuvens na sua trotinete mágica.

Finalmente, e com o Pai em casa há menos de 24h, lá fomos os 3 assistir à peça de fantoches, da minha empresa. No final, o Pai Natal distribuiu também vários presentes pelos meninos.

Foi cansativo, mas foram todas muito engraçadas e participadas.
É sobretudo muito bom ver a alegria deles por saberem que nos têm na plateia, a ver o seu trabalho e a aplaudir.
É fantástico ver o trabalho que Educadoras, Auxiliares, Professoras e todas as pessoas que passam os seus dias com os nossos filhos, mesmo muitas vezes fora do seu horário de trabalho, guardam mais umas horas (ou dias) para terem este trabalho acrescido de fazerem festas, fatos, ensaios e canções, que depois nos levam a babar tanto...
A todos, o meu obrigada...
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